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quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Bento XVI viajará à África para dar esperança.

Bento XVI viajará à África para dar esperança, explica porta-voz vaticanoCamarões e Angola, etapas da peregrinação apostólica em março de 2009CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 3 de novembro de 2008 (ZENIT.org).- Bento XVI empreenderá sua primeira viagem ao continente africano para dar esperança a seus povos, que sofrem a violência e a pobreza, explica o porta-voz Vaticano.
O Pe. Federico Lombardi S.J., diretor da Sala de Informação da Santa Sé, preparou a visita do Papa a Camarões e Angola, que acontecerá no mês de março de 2009, com um comentário emitido pela última edição de Octava Dies, semanário do Centro Televisivo Vaticano, do qual também é diretor.
«João Paulo II, que havia dedicado à África uma apaixonada atenção – chegou a ser chamado pelo cardeal Thiandoum de ‘João Paulo II, o africano’ –, nos últimos anos de pontificado não pôde voltar ao Continente: suas últimas breves viagens se realizaram à Nigéria, em 98, e ao Egito e ao Sinai, em 2000.»
Bento XVI já viajou a vários países da Europa, América, Oceania e de uma certa forma também à Ásia, com sua viagem à Turquia, mas não visitou ainda nenhum país africano.
«Certamente, a África, com seus graves problemas, esteve presente em suas palavras e em seu coração, mas uma viagem sempre tem um significado fortíssimo de participação, de presença, de contato direto. Mas 2009 será também o ano da Assembléia especial do Sínodo dos Bispos para a África, e a viagem do Papa terá um papel fundamental em sua preparação, de maneira que toda a Igreja dirigirá seu olhar à África.»
«A solidariedade espiritual e formadora da comunidade universal dos crentes acompanhará o renovado compromisso de crescimento das comunidades católicas que – como aquela de Angola – já contam com cinco séculos de vida, têm sua história e tradição, cuja base serve para olhar para o futuro.»
«Todos nós temos nos olhos imagens dramáticas de conflitos e de pobreza, mas também uma extraordinária vitalidade do Continente que é preciso libertar, animar, sustentar e orientar, para que os africanos possam construir a África com dignidade e esperança. Uma mensagem de esperança: é certamente isso o que o Papa Bento XVI levará à terra africana», concluiu o porta-voz.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Procisssão em honra de São Francisco de Assis



Procisssão em honra de São Francisco de Assis ROMA (Arautos do Evangelho) –








A memória litúrgica de São Francisco de Assis, padroeiro da Itália é celebrada pela Igreja Católica a 4 de outubro.




Em Roma, a festa foi comemorada pela paróquia de San Francesco de Ripa – primeira igreja dedicada a São Francisco, depois da Basílica de Assis – com a celebração de Vésperas, além de uma procissão pelas ruas do Trastevere e a celebração de uma solene Eucaristia. Após o que os bersaglieri (corpo de infantaria do exército italiano, que se desloca de bicicleta) deram um concerto musical no átrio da igreja.Ao vir para Roma, em 1210, São Francisco deixou atrás de si uma pequena comunidade de irmãos. Na época, existia um hospício tendo anexo a uma pequena igreja, que dependia dos beneditinos de San Cosimato (existe um vínculo constante entre os filhos de São Bento e São Francisco) onde eram acolhidos os doentes e os peregrinos provenientes do vizinho porto de "Ripa grande".O conjunto das construções foi cedido em 1220 aos filhos de São Francisco, reconstruído graças à generosidade da família Anguillara e dedicado ao santo de Assis. Através da sacristia pode-se ainda hoje ter acesso ao pobre alojamento utilizado por São Francisco.Procession en l'honneur de saint François d'AssiseRome (Hérauts de l'Évangile) - La mémoire liturgique de saint François d'Assise, patron de l'Italie est célébrée le 4 octobre dans toute l'Église catholique.À Rome, la paroisse de San Francesco a Ripa, première église dédiée à saint François après la basilique d'Assise, a célébrée cette fête par la récitation des vêpres, une procession dans les rues du Trastevere et une Messe solennelle. Les bersaglieri ont ensuite offert un concert de musique sur le parvis.Lorsque saint François vint à Rome, en 1210, il résida en ce lieu et laissa derrière lui une petite communauté de frères. Il n'y avait alors rien d'autre qu'un hospice, avec, en annexe, une petite église (elle dépendait des bénédictins de San Cosimato: il y a un lien constant entre saint Benoît et saint François), où étaient logés les malades et les pèlerins qui débarquaient dans le port voisin de "Ripa grande". L'ensemble des constructions, cédé en 1229 aux fils de saint François, fut reconstruit grâce aux Anguillara et dédié au saint d'Assise. De la sacristie, on peut encore aujourd'hui monter dans le misérable logement de saint François.Procesión en homenaje de San Francisco de Asís en RomaROMA (Heraldos del Evangelio).- La fiesta litúrgica de San Francisco de Asís, patrono de Italia es celebrada por la Iglesia católica el 4 de octubre.En Roma, la festividad fue conmemorada por la parroquia de San Francesco de Ripa --primera iglesia dedicada a San Francisco, después de la Basílica de Asís- con la recitación de Vísperas, además de una gran procesión por las calles del Trastevere y la celebración de una solemne eucaristía. Posteriormente, los bersaglieri (cuerpo de infantería del Ejército italiano que se desplaza en bicicleta) presentaron un concierto musical en la plazoleta frente a la iglesia.Al venir a Roma, en 1210, San Francisco dejó atrás de sí una pequeña comunidad de hermanos. En la época, existía un hospicio teniendo a su lado una pequeña iglesia, que dependía de los benedictinos de San Cosimato (existe un fuerte vínculo entre los hijos de San Benito y San Francisco) donde eran acogidos los enfermos y los peregrinos provenientes del vecino puerto de "Ripa Grande". El conjunto de las construcciones fue cedido en 1220 a los hijos de San Francisco, reconstruído gracias a la generosidad de la familia Anguillara y dedicado al santo de Asís. A través de la sacristía, hasta hoy se puede tener acceso al pobre alojamiento utilizado por San Francisco.


segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Fundador dos Arautos do Evangelho é nomeado cônego da Basílica Papal de Sta. Maria

Fundador dos Arautos do Evangelho é nomeado cônego da Basílica Papal de Sta. Maria Maior.

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14 de setembro de 2008 (Arautos do Evangelho) –

Hoje de manhã, Mons. João Scognamiglio Clá Dias, EP, fundador e presidente-geral de Arautos do Evangelho, associação internacional de fiéis de direito pontifício, foi admitido no Cabido Liberiano da Basílica Papal de Santa Maria Maior.Mons. João Clá Dias, EP, foi criado cônego honorário da referida Basílica Papal, por Bula do Papa Bento XVI, tendo sido admitido perante o Cabido, presidido pelo arciprestre, o Emmo. Cardeal Francis Bernard Law, numa solene cerimônia realizada às 9:00 na Capela Sforza. Em seguida, procedeu-se à Celebração Eucarística, no altar papal, presidida pelo Emmo. Cardeal Law e concelebrada por Mons. João Clá, pelos membros do Cabido Liberiano e numerosos sacerdotes. Os fiéis lotaram completamente a grandiosa Basílica para assistir à celebração da Eucaristia.A origem do Cabido Liberiano remonta ao século XII, contando atualmente com 31 Cônegos, 7 dos quais são honorários. Por tratar-se de uma Basílica Papal, os membros do Cabido são criados pelo Sumo Pontífice, sendo-lhes conferida a dignidade de Protonotários Apostólicos supranumerários.
Santa Maria Maior é uma das quatro basílicas papais de Roma, junto com a de São Pedro, São João de Latrão e São Paulo Extramuros. A construção iniciou-se no ano de 360, por iniciativa do Papa Libério, mas quem lhe deu um impulso decisivo foi o Papa Sixto III, no século V, pouco depois de ter sido definido o dogma da Maternidade Divina da Santíssima Virgem, no Concílio de Efeso. Nesta histórica e belíssima basílica, encontram-se expostas à veneração dos fiéis algumas das mais veneráveis relíquias da Cristandade: as tábuas da Manjedoura do Presépio, em que repousou Jesus Menino na noite de Natal.Uma das interessantes características de Sta. Maria Maior é a de ter o campanário mais alto de Roma, com cerca de 75 m de altura.

Fonte: TV Arautos

terça-feira, 19 de agosto de 2008

"Minha fé me salvou"

TESTEMUNHO DE FÉ



A 2 de junho, junto ao avião que a trouxe da selva, Ingrid Betancourt rezava de joelhos um Pai-Nosso e uma Ave Maria, em companhia de outros reféns libertados. Nas mãos trazia o rosário que fizera com botões, em lugar das costumeiras contas. Esse mesmo rosário a acompanhou à França e ficou em suas mãos durante o encontro com o presidente francês Nicholas Sarkozy.Libertada de seu cativeiro com as FARC, a política colombiana acorreu ao Santuário de Lourdes, na França, e à Basílica de Sacré-Coeur, em Paris, para "dar graças a Deus".Nessa ocasião concedeu uma entrevista exclusiva, em profundidade, ao semanário católico francês, Pélerin, em que falou de sua fé, de seu encontro com a Bíblia, com Jesus e com Maria.




No site do semanário, na web (http://www.pelerin.info/, foi publicada parte da entrevista, como segue abaixo.




Ingrid Betancourt; "Minha fé me salvou"
A ex-refém mais famosa do mundo dirigiu-se à Basílica de Sacré-Coeur de Montmartre no domingo, 6 de julho, para agradecer a Jesus e á Virgem Maria sua libertação. Depois de rezar, Ingrid Betancourt concedeu uma entrevista a Pélerin para dizer como sua fé se manifestou nos momentos mais dolorosos de seu cativeiro.
Era domingo, seis de julho, á noite, por ocasião da missa das 22 horas celebrada na Basílica de Sacré- Coeur , que domina Paris, do alto de Montmartre. Ingrid tinha se proposto fazer esta peregrinação com seus familiares: os filhos Mélanie e Lorenzo, a mãe Yolanda, a irmã Astrid e alguns outros, porque queria cumprir a promessa feita durante o cativeiro: agradecer antes de tudo a Jesus e à Virgem Maria por lhe terem concedido a libertação.
Foi na capela situada atrás do coro da basílica que ela e sua família fizeram suas preces. Apesar do adiantado da hora e do cansaço, Ingrid aceitou dar declarações aos leitores de Pèlerin, durante mais de meia-hora. Ela falou da fé que a sustentou na provação, de seu amor por Jesus e por Maria, suas leituras da Bíblia e do Evangelho, que lhe deram a força para não ceder ao ódio contra seus captores.
Seu primeiro gesto como mulher livre foi o sinal da cruz, suas primeiras palavras foram para agradecer a Deus e à Virgem Maria. Por que sentiu essa necessidade?
Enquanto estava no cativeiro, tomei a resolução de que, assim que fosse libertada, agradeceria em primeiro lugar ao Senhor. Por que? Porque se não tivesse o Senhor a meu lado, não penso que conseguisse crescer na dor. Ser refém o coloca numa situação de constante humilhação. Você é vítima de completa arbitrariedade, conhece o que há de mais vil na alma humana. Diante disso, há dois caminhos: ou deixar-se enfeiar, tornar-se amargo, agressivo, vingativo, com o coração repleto de rancor; ou escolher o outro caminho, aquele que Jesus nos mostrou. Ele nos pede: "Abençoe teu inimigo". Cada vez que eu lia a Bíblia, eu sentia que essas palavras se endereçavam a mim, como se Ele estivesse a minha frente, sabendo o que devia me dizer. E aquilo ia direto ao meu coração. !
Claro que reconheço que quando o inimigo é atroz, é difícil ser-se fiel a estas palavras. Contudo, desde que comecei a fazer o exercício de pronunciar "Abençoe teu inimigo" – embora tivesse desejo de dizer o contrário – foi mágico, havia como que uma espécie de... de alívio. E o horror simplesmente desaparecia. Coisas como essa eu poderia contar por dias e dias. Eu sei, eu sinto que houve uma transformação em mim e esta transformação eu a devo a esse contato, a esta capacidade de escutar aquilo que Deus queria para mim. Foi um diálogo constante com Deus, através do Evangelho!
Esta fé que a carregou durante todos esses anos estava lá desde os primeiros dias? Houve algum acontecimento especial? Um pensamento particular a fez voltar-se para Deus?
Eu vou lhe contar uma história em dois tempos, que quase me faria rir, tão perfeitamente me recordo desses episódios. No início de meu cativeiro, disse a mim mesma: " Bem, vou passar meses e meses aqui, então vou ler a Bíblia", que eu não conhecia. Abrindo-a, caí nas epístolas de São Paulo. Eu o cito de memória, é mais ou menos assim: " Podes pedir o que quiseres, que de todo o modo o Espírito Santo pedirá melhor, porque Ele sabe melhor aquilo que necessitas". Quando li isso, gritei: "Meu Deus, está bem, mas o que eu quero eu sei, é ficar livre!" Seis anos depois, relendo essa mesma epístola, eu enfim compreendi: "Felizmente, o Espírito Santo estava lá para rezar por mim, porque sou incapaz de pedir o que é preciso".
E essa fé nunca a deixou? Não sentiu momentos de abandono, de solidão?
No primeiro ano, é verdade, fiquei lutando contra Deus. Eu me queixava terrivelmente a Ele da morte de meu pai. Eu Lhe dizia: "Por que me fizeste isso, se sabes que Te adoro? Por que me castigas? Só depois compreendi que devia agradecer a Ele por ter levado meu pai, porque ele nunca poderia suportar esses seis anos de horror. Portanto sim, posso dizer que minha fé foi constantemente aumentando.É curioso, mas é como se coisas acontecessem para que eu compreendesse outras; Preciso lhes contar minha descoberta de Maria. Papai tinha uma grande devoção pela Virgem, mas devo confessar que na época, ela não me dizia nada. Digamos que não era uma imagem de mulher que me inspirasse.
Depois, durante o cativeiro, eu reli os Evangelhos e fui tomada de admiração por ela. Sem dúvida, para compreender a Virgem, é necessário ter vivido mais, ter adquirido uma certa maturidade. E eu comecei a achar verdadeiramente sensacional esta jovem que aceitou ter um filho, embora tivesse um plano de vida totalmente diferente. E ela correu todos os riscos. Para muitos cristãos, essas são coisas bem conhecidas, mas para mim, foi uma descoberta. Descobri uma Maria forte, uma Maria inteligente, uma Maria que tinha senso de humor.
Vou confessar: como dizem os canadenses, caí de amores por Maria lendo o Evangelho de São João, quando ele conta as bodas de Caná. Acho extraordinário o diálogo entre Maria e Jesus. Esta cumplicidade entre eles é genial. Apesar de todas as razões que Jesus expõe à sua mãe, ele já sabe que ele vai fazer o que ela quer, que ele transformará a água em vinho por amor a ela. Lendo essa passagem, não pude deixar de pensar em minha relação com meu filho Lorenzo.
Você se propôs a vir, esta noite, à Basílica de Sacré-Coeur? Qual o sentido dessa peregrinação?
Durante quase sete anos, fiz muitas promessas à Virgem e vou lhe contar uma coisa de especial importância para mim. Em 1º de junho, escutando a Rádio Católica Mundial, aprendi que o mês de junho é aquele em que se celebra o Sagrado Coração de Jesus. Ora, na última vez que estive com meu pai, na véspera de minha captura, estávamos no quarto dele, sentados junto a uma imagem do Sagrado Coração. Pegando minha mão e olhando para a imagem, papai pediu: " Sagrado Coração, toma conta de meu coração, de minha filha". Assim, quando escutei falar sobre o Sagrado Coração de Jesus no rádio, imediatamente prestei atenção.
Naquele momento, eu ainda não conhecia a história de Santa Margarida-Maria – de fato, acabei de aprender o nome dela. Mas compreendi que se como ela, alguém se consagrasse ao Sagrado Coração de Jesus, receberia muitas graças. Lembro-me de uma graça em particular, aquela de Jesus prometendo tocar os corações duros que nos fazem sofrer. Então, fiz esta oração: "Meu Jesus, eu vou Te pedir algo bem concreto. Não sei o que significa exatamente, consagrar-se ao Teu Sagrado Coração. Mas se Tu me anunciares, no decorrer do mês de junho, que é o Teu mês, a data da minha libertação, eu serei toda Tua".
E no dia 27 de junho, um comandante da guerrilha entra no acampamento e nos ordena preparar nossa coisas, porque talvez um dentre nós fosse ser libertado. Quando ele disse isso, pensei: "Aí está. Chegou a hora". Minha libertação aconteceu de forma muito diferente, mas o fato é que Jesus teve palavra: eu vi um milagre.





Fonte: Pèlerin.info





Tratução : A FAMÍLIA CATÓLICA, sem aprovação do autor --Postado por . A Família Católica

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Cardeal Claudio Hummes com os Arautos




Arautos do Evangelho recebem ao Cardeal Claudio Hummes

Arautos do Evangelho receberam no último dia 4 de agosto, o prefeito para a Congregação do Clero, Cardeal Dom Cláudio Hummes, no seu centro de formação “Monte Thabor”, localizado na Serra nda Cantareira, na grande São Paulo.
Esta foi a segunda visita que o Cardeal fez e desta vez, conheceu a igreja Nossa Senhora do Rosário, que na sua última visita, ainda estava em construção.No final da tarde, o cardeal presidiu a santa missa e no final da celebração, recebeu de presente, um báculo, símbolo do pastor.Em entrevista a TV Arautos, Dom Cláudio falou sobre os seus 50 anos de sacerdócio, seu trabalho na prefeitura da Congregação para o Clero e sobre a labor que os Arautos do Evangelho está desenvolvendo. “Quando fui ordenado sacerdote, as coisas eram muito diferentes, e claro que mudaram para melhor. Hoje estando a frente da Congregação para o Clero, tenho contato com padres de diferentes partes do mundo através dos bispos que fazem a visita 'ad limina' e nos procuram para falar sobre o trabalho que estão realizando. Realmente para mim é uma excelente oportunidade de conhecer um pouco mais a realidade da Igreja nas mais diversas nações.E os Arautos do Evangelho estão de parabéns pelo excelente trabalho que estão realizando no campo da evangelização e, agora com padres próprios. espero que outras vocações surjam rapidamente para esta linda obra”, comentou.Padre João Clá Dias, presidente e fundador dos Arautos, disse durante a missa, que Dom Cláudio é como um pai já que a obra nasceu na época em que era arcebispo de São Paulo. “Para nós é muito importante a presença de Dom Cláudio entre nós porque nós nascemos durante a época em que era arcebispo de São Paulo e ele nos acolheu muito bem. É para nós uma honra e uma alegria muito grande contar com sua presença justamente na data em que comemora seus 50 anos de padre”, comentou Padre João.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Bento XVI anuncia nomeações para Vitória da Conquista e Frederico Westphalen

CNBB - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil

Bento XVI anuncia nomeações para Vitória da Conquista e Frederico Westphalen
quarta - 11 de junho de 2008O bispo de Afogados da Ingazeira (PE), dom Luiz Gonzaga Silva Pepeu, 51, é o novo arcebispo da arquidiocese de Vitória da Conquista (BA), vacante desde abril do ano passado. O anúncio foi feito nesta quarta-feira, 11, pelo papa Bento XVI que nomeou, também, o padre Antônio Carlos Rossi Keller o novo bispo para a diocese de Frederico Westphalen, no Rio Grande do Sul, vacante desde março de 2006.Dom Luiz Gonzada, da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos (OFMCap), estava na diocese de Afogados da Ingazeira desde outubro de 2001. Tem como lema episcopal o texto do profeta Jeremias “Não temas, estou contigo” (Jr 1,8). Ele é membro efetivo da Comissão Episcopal dos Tribunais Eclesiásticos de Segunda Instância da CNBB e do Conselho Econômico no Regional Nordeste 2 (Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte).Padre Antônio CarlosO novo bispo de Frederico Westphalen é natural de São Paulo. Ordenado em junho de 1977, padre Antônio Carlos, 55, cursou filosofia no Seminário Santo Cura d’Ars e Teologia na Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção, em São Paulo. Exerceu as funções de vigário paroquial no Santuário Nossa Senhora da Penha, em São Paulo; membro nomeado pela CNBB para a Comissão bi lateral Anglicana-Católica Romana e professor no Instituto São Boaventura, na diocese de Santo Amaro.Atualmente, além de pároco de Santo Antônio do Limão, na Região Episcopal Santana, em São Paulo, padre Carlos é diretor espiritual no Seminário Santo Cura d’Ars da Arquidiocese de São Paulo; professor no Seminário Arquidiocesano Propedêutico e no Instituto Filosófico Aristotélico Tomista dos Arautos do Evangelho.

sexta-feira, 6 de junho de 2008

A carta do Papa Bento XVI




O Santo Padre agradeceu, com termos afetuosos, as felicitações do Rvdo. Pe. João S. Clá Dias, Presidente Geral dos Arautos do Evangelho
Por ocasião da comemoração do terceiro ano de pontificado e do aniversário do Papa Bento XVI, o Pe. João S. Clá Dias enviou-lhe uma carta de felicitações. O Santo Padre teve a gentileza de responder com uma afetuosa missiva, que fez chegar ao Rvdo. Pe. João Clá, através de Mons. Gabriele Caccia, Assessor da Secretaria de Estado do Vaticano.

Secretaria de EstadoPrimeira Seção — Assuntos Gerais
Vaticano, 9 de maio de 2008
Revmo. Sr.


O Sumo Pontífice Bento XVI recebeu comagrado as calorosas felicitações, enriquecidaspela oração, que V. Revma., em nome tambémdos Arautos do Evangelho e das Sociedadesde Vida Apostólica Virgo Flos Carmeli e ReginaVirginum, quis enviar-Lhe por ocasião deSeu natalício e do aniversário da eleição à Cátedrado Apóstolo Pedro.
O Santo Padre agradece-lhe de coração pelaatenciosa lembrança e pelos sentimentosde espiritual afeto e veneração que a acompanharame, fazendo votos de uma abundanteefusão dos dons do Espírito Santo para umarenovada adesão a Cristo e um sempre maisgeneroso serviço à Igreja e à nova evangelização,concede-lhe de bom grado, ao senhor e atodos os que se associaram a esse filial ato dehomenagem, a solicitada Bênção Apostólica,penhor de paz e alegria espiritual.
Aproveito a ocasião para renovar meus sentimentosde distinta consideração
Seu devotíssimo no SenhorMons. Gabriele CacciaAssessor
Revmo. Sr.Pe. João Scognamiglio Clá Dias, E.P.Presidente Geral Arautos do EvangelhoViale Vaticano, 8400165 ROMA