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quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Ordenação Sacerdotal e Diaconal

Será transmitida pela EWTN ( Canal Católico da Madre Angélica ) a Ordenação presbiteral e diaconal na Igreja de Nossa Senhora Do Rosário, dos Arautos do Evangelho, no sábado 20 e no domingo 21 de dezembro de 2008. Abaixo os vários horários de transmissão:



Horarios de la transmisión por EWTN (canal católico de la Madre Angélica) de la Ordenación presbiteral y diaconal en la Iglesia Nuestra Señora del Rosario, de los Heraldos del Evangelio, el sábado 20 y domingo 21 de diciembre de 2008.


EWTN NORTH AMERICA.
USA (english), CANADA (english), USA Y CANADA (español):

Sábado 20 de diciembre:
12:00 PM East (Medio día) New York, Miami, Toronto, Montreal.
11:00 AM Houston, New Orleans.
9:00 AM Los Ángeles.

*equivale a 17:00 GMT (Greenwich Meridian Time)

Repetición (noche de sábado 20 para domingo 21)
12:00 AM (Media Noche) New York, Miami, Toronto, Montreal.
11:00 PM (sábado 20) Houston, New Orleans.
9:00 PM (sábado 20) Los Ángeles.


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EWTN ESPAÑOL INTERNACIONAL

Sábado 20 de diciembre:
11:00 AM México, Guatemala, El Salvador.
12:00 PM (Medio día) Bogotá, Lima, Quito.
13:00 La Paz.
14:00 Santiago.
15:00 Buenos Aires, Sao Paulo.

Repetición.
12:00 AM (Media noche) México, Guatemala, El Salvador.
1:00 AM Bogotá, Lima, Quito.
2:00 AM Santiago.
3:00 AM Sao Paulo.

Podrán asistir en Brasil los "assinantes" del paquete full de Telefonica o en EWTN Internacional por el web site:

http://www.ewtn.com/SPANISH/index.asp

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EWTN EUROPE ENGLISH:
18:00 AND 23:00 LONDON TIME



EWTN EUROPE INTERNATIONAL
22:00 Lisboa.
23:00 Roma, Paris, Madrid.


EWTN AFRICA AND SOUTH ASIA
21:00 AND 03:00 GMT PAC RIM - SUNDAY,
7:00 AM (Domingo 21) 16:00 PM (repetición) Sydney
4:00 AM (Domingo 21) 13:00 PM (repetición) Manila, Taipei.

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Recuerde que EWTN tiene 6 canales diferentes.
Si su ciudad no aparece en este listado y duda en qué horario será la transmisión, siga los siguientes pasos:

1. Localice cuál canal transmite en su región; por ejemplo: Ewtn español Norteamérica (si vive en El Paso, Texas) o Ewtn África (si vive en Mozambique)
2. Entre en el siguiente site y haga la comparación de horario con alguna de las ciudades que están junto al canal de su región.
http://www.timeanddate.com/worldclock/fixedtime.html?month=12&day=20&year=2008&hour=12&min=0&sec=0&p1=179

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Procisssão em honra de São Francisco de Assis



Procisssão em honra de São Francisco de Assis ROMA (Arautos do Evangelho) –








A memória litúrgica de São Francisco de Assis, padroeiro da Itália é celebrada pela Igreja Católica a 4 de outubro.




Em Roma, a festa foi comemorada pela paróquia de San Francesco de Ripa – primeira igreja dedicada a São Francisco, depois da Basílica de Assis – com a celebração de Vésperas, além de uma procissão pelas ruas do Trastevere e a celebração de uma solene Eucaristia. Após o que os bersaglieri (corpo de infantaria do exército italiano, que se desloca de bicicleta) deram um concerto musical no átrio da igreja.Ao vir para Roma, em 1210, São Francisco deixou atrás de si uma pequena comunidade de irmãos. Na época, existia um hospício tendo anexo a uma pequena igreja, que dependia dos beneditinos de San Cosimato (existe um vínculo constante entre os filhos de São Bento e São Francisco) onde eram acolhidos os doentes e os peregrinos provenientes do vizinho porto de "Ripa grande".O conjunto das construções foi cedido em 1220 aos filhos de São Francisco, reconstruído graças à generosidade da família Anguillara e dedicado ao santo de Assis. Através da sacristia pode-se ainda hoje ter acesso ao pobre alojamento utilizado por São Francisco.Procession en l'honneur de saint François d'AssiseRome (Hérauts de l'Évangile) - La mémoire liturgique de saint François d'Assise, patron de l'Italie est célébrée le 4 octobre dans toute l'Église catholique.À Rome, la paroisse de San Francesco a Ripa, première église dédiée à saint François après la basilique d'Assise, a célébrée cette fête par la récitation des vêpres, une procession dans les rues du Trastevere et une Messe solennelle. Les bersaglieri ont ensuite offert un concert de musique sur le parvis.Lorsque saint François vint à Rome, en 1210, il résida en ce lieu et laissa derrière lui une petite communauté de frères. Il n'y avait alors rien d'autre qu'un hospice, avec, en annexe, une petite église (elle dépendait des bénédictins de San Cosimato: il y a un lien constant entre saint Benoît et saint François), où étaient logés les malades et les pèlerins qui débarquaient dans le port voisin de "Ripa grande". L'ensemble des constructions, cédé en 1229 aux fils de saint François, fut reconstruit grâce aux Anguillara et dédié au saint d'Assise. De la sacristie, on peut encore aujourd'hui monter dans le misérable logement de saint François.Procesión en homenaje de San Francisco de Asís en RomaROMA (Heraldos del Evangelio).- La fiesta litúrgica de San Francisco de Asís, patrono de Italia es celebrada por la Iglesia católica el 4 de octubre.En Roma, la festividad fue conmemorada por la parroquia de San Francesco de Ripa --primera iglesia dedicada a San Francisco, después de la Basílica de Asís- con la recitación de Vísperas, además de una gran procesión por las calles del Trastevere y la celebración de una solemne eucaristía. Posteriormente, los bersaglieri (cuerpo de infantería del Ejército italiano que se desplaza en bicicleta) presentaron un concierto musical en la plazoleta frente a la iglesia.Al venir a Roma, en 1210, San Francisco dejó atrás de sí una pequeña comunidad de hermanos. En la época, existía un hospicio teniendo a su lado una pequeña iglesia, que dependía de los benedictinos de San Cosimato (existe un fuerte vínculo entre los hijos de San Benito y San Francisco) donde eran acogidos los enfermos y los peregrinos provenientes del vecino puerto de "Ripa Grande". El conjunto de las construcciones fue cedido en 1220 a los hijos de San Francisco, reconstruído gracias a la generosidad de la familia Anguillara y dedicado al santo de Asís. A través de la sacristía, hasta hoy se puede tener acceso al pobre alojamiento utilizado por San Francisco.


quarta-feira, 6 de agosto de 2008

50 anos de sacerdócio

Prefeito da Congregação para o Clero celebra 50 anos de sacerdócio









O Cardeal Dom Cláudio Hummes, Prefeito da Sagrada Congregação para o Clero e arcebispo emérito de São Paulo, celebrou hoje na capital paulista 50 anos de sua ordenação sacerdotal.Com a Catedral Metropolitana repleta de fiéis, e com a assistência de mais de 20 arcebispos e bispos, a liturgia de ação de graças contou com a presença do arcebispo metropolitano Cardeal Dom Odilo Scherer, que sucedeu Dom Hummes no governo da arquidiocese.Entre os eclesiásticos se destacavam o arcebispo de Aparecida, Dom Raymundo Damasceno de Assis, que assistiu na qualidade de presidente do Celam (Conselho do Episcopado Latino-americano) e do Cardeal Eusébio Oscar Scheid, arcebispo do Rio de Janeiro. Também participaram a totalidade dos bispos auxiliares desta arquidiocese, uma das três maiores do mundo, com seis milhões de católicos. Encontravam-se, além do mais, numerosos movimentos, congregações, comunidades, delegações paroquiais e membros de outros credos, tanto cristãos como não cristãos.Por parte das autoridades do governo, estiveram presentes os representantes do Presidente da República e do governador do Estado de São Paulo, além da presença do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.Nas palavras de boas-vindas o Cardeal Scherer destacou os frutíferos 50 anos de sacerdócio do Cardeal Hummes ao serviço da Igreja, desde sua ordenação em 3 de agosto de 1958 na diocese de Divinópolis, no Estado de Minas Gerais, ingressando na Ordem Franciscana, até haver chegado ao cardinalato e de estar à frente da Congregação para o Clero.Na continuação foi lida uma mensagem do Papa Bento XVI. Nesta saudação o Santo Padre fez referência ao empenho do Cardeal Hummes no desenvolvimento de seu trabalho pastoral. Insistiu nos reconhecimentos feitos pelos Papas Paulo VI, João Paulo II e Bento XVI. “Os padres, os leigos e até os meninos descobriam seus espírito franciscano para levar o Evangelho a todos, utilizando os mais modernos meios”, escreveu o Santo Padre. O Sumo Pontífice recordou também os trabalhos que atualmente desenvolve o Cardeal Hummes na Congregação para o Clero e os demais dicastérios da cúria romana. Conclui a mensagem enviando sua bênção apostólica.Durante a homilia, o Cardeal Hummes explicou que ao cumprir 50 anos de sacerdócio se pode dizer com propriedade que se trata de um Jubileu. E para ilustrar o sentido de um jubileu remontou à época do Antigo Testamento, quando o povo judeu os celebrava de acordo com a Lei Mosaica, a cada 50 anos. Esse ano era chamado de ano santo.“Era tempo de renovar os compromissos de aliança e de pedir perdão a Deus e ao próximo por dívidas, pelas ofensas e pelas infidelidades”, disse o purpurado.“Para todos nós e para mim este jubileu significa louvar a Deus por este grande dom que me deu e que na realidade se traduz em servir. Quero me unir à Santíssima Virgem, que quando visitou a sua prima Santa Isabel cantou o Magnificat, que significa ‘Só Deus é grande’.”No transcurso destes 50 anos de sacerdócio e como pastor o Cardeal Hummes passou também por numerosas contrariedades e dificuldades: “Deus foi generoso todos estes anos. Porém essas cruzes que são aceitas por amor de Deus são também um motivo de felicidade”.Recordando que este domingo a Igreja celebra o Dia do Sacerdote, concluiu: “hoje mais do que nunca rezo pelos sacerdotes. Tenho sob minha responsabilidade 407 mil sacerdotes do mundo inteiro. Lamentavelmente, há um pequeníssimo número deles que comentem erros. Porém 98% são pessoas dignas que se dedicam incansavelmente e gastam suas vidas pelo povo e por Deus. A sociedade depende muito dos sacerdotes, que são aqueles que, diariamente, conduzem as pessoas a Jesus Cristo. São eles que se dedicam ao pastoreio e convocam os fiéis aos sacramentos, sobretudo à Eucaristia.” Fonte: TV Arautos

Prefecto de la Congregación para el Clero celebró 50 años de sacerdocio. São Paulo, Brasil (3/08/2008).- El Cardenal Claudio Hummes, Prefecto de la Sagrada Congregación para el Clero y arzobispo emérito de São Paulo celebró hoy en esta ciudad los 50 años de su ordenación sacerdotal. Con la Catedral Metropolitana de São Paulo abarrotada de fieles, y la asistencia de más de 20 arzobispos y obispos, la liturgia de acción de gracias contó con la presencia del arzobispo cardenal Odilo Pedro Scherer, quien sucedió en el gobierno de la arquidiócesis a Monseñor Hummes. Entre los eclesiásticos se destacaban el arzobispo de Aparecida, Monseñor Raymundo Damasceno de Assis, que asistió en calidad de presidente del CELAM (Consejo del Episcopado Latinoamericano) y del cardenal Eusebio Oscar Scheid, arzobispo de Rio de Janeiro. También participaron la totalidad de los obispos auxiliares de esta arquidiócesis, una de las tres más grandes del mundo, con 6 millones de católicos.Se encontraban también numerosos movimientos, congregaciones, comunidades, delegaciones parroquiales y miembros de otros credos tanto cristianos como no cristianos. Por parte de las autoridades de gobierno, concurrieron representantes del Presidente de la República y del gobernador del Estado de São Paulo. Concurrió, asimismo el alcalde de São Paulo, Gilberto Kassab. En las palabras de bienvenida el Cardenal Pedro Odilo Scherer destacó los fructíferos 50 años de sacerdocio del Cardenal Hummes al servicio de la Iglesia, desde su ordenación un 3 de agosto de 1958 en la diócesis de Divinópolis, en el Estado de Minas Gerais, ingresando a la Orden Franciscana, hasta haber llegado al cardenalato y de estar al frente de la Congregación para el Clero. A continuación fue leido un mensaje del Papa Benedicto XVI. En este saludo el Santo Padre hizo referencia al empeño del cardenal Hummes en el desarrollo de su trabajo pastoral. Hizo hincapié en los reconocimientos hechos por los Papas Paulo VI, Juan Pablo II y Benedicto XVI. "Los padres, los laicos y hasta los niños descubrían su espírtu franciscano para llevar el Evangelio a todos, utilizando los más modernos medios”, escribió el Santo Padre. El Sumo Pontífice recordó también las labores que actualmente desarrolla el Cardenal Hummes en la Congregación para el Clero y los demás dicasterios de la curia romana, enviando su bendición apostólica. Durante su homilía el Cardenal Claudio Hummes explicó que al cumplir 50 años de sacerdocio, se puede decir con propiedad que se trata de un Jubileo. Y, para ilustrar el sentido de un jubileo se remontó a la época del antiguo testamento cuando el pueblo judío los celebraba de acuerdo a la Ley Mosaica cada 50 años. Ese año era llamado de año santo. "Era un tiempo de renovar los compromisos de la alianza y de pedir perdón a Dios y al prójimo por las deudas, por las ofensas y por las infidelidades" dijo el purpurado. "Para todos nostros y para mí este Jubileo significa alabar a Dios por este gran don que me dio y que, en realidad se traduce en servir. Me quiero unir a la Santisima Virgen, que cuando visitó a su prima Santa Isabel cantó el Magnificat, que significa Sólo Dios es grande", afirmó.
En el transcurso de estos 50 años de sacerdocio, y como pastor el Cardenal Hummes pasó también por numerosas contrariedades y dificultades: "Dios fue generoso todos estos años. Pero, esas cruces que son aceptadas por amor de Dios, son también un motivo de felicidad".
Recordando que este domingo la Iglesia celebra el Día del Sacerdote concluyó: "Hoy más que nunca rezo por los sacerdotes. Tengo bajo mi responsabilidad 407 mil sacerdotes del mundo entero. Lamentablemente, hay un pequeñísimo número de ellos que cometen errores. Pero el 98% son personas dignas que se dedican incansablemente y gastan sus vidas por el pueblo y por Dios. La sociedad depende mucho de los sacerdotes, que son aquellos en diariamente, conducen las personas a Jesucristo. Son ellos que se dedican al pastoreo y convocan a los fieles a los sacramentos, sobre todo para la Eucaristía". Fuente TV Arautos

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Arquidiocese Bispo Auxiliar de São Paulo fala sobre as celebrações do Centenário da Arquidiocese

Notícias » Arquidiocese Bispo Auxiliar de São Paulo fala sobre as celebrações do Centenário da Arquidiocese - 16/06/2008 - 10:06

São Paulo, 11 de junho de 2008.Fiz parte da organização das celebrações do Centenário da Arquidiocese. Sou testemunha do esforço e da participação de tanta gente e, por isso, gostaria de tecer algumas considerações e esclarecimentos a partir do artigo escrito pelos senhores(*): Militarização da Fé. Os senhores afirmam que “com pompa e incenso, o santo – tendo a espada do seu martírio na mão – foi entronizado como patrono da Arquidiocese”. Eu usaria, em vez de “pompa”, o termo “solenidade” ou “dignidade”, próprias à liturgia. Lembro também que naquela imagem, o apóstolo não traz uma espada na mão, mas um pergaminho onde está escrita a frase: ‘Senhor, que devo fazer’?Os senhores afirmam que “a Igreja na metrópole é constituída por múltiplas comunidades, pastorais, organismos, movimentos, grupos, etc. Contudo, isso praticamente não foi considerado”. Isso foi considerado sim senhores; e muito. O evento foi amplamente divulgado, com insistência na participação de todos. Porém, os arautos responderam mais que outros grupos, levando milhares de pessoas. Por que outros (Comunidades, Ceb’s, paróquias, setores, padres, outros movimentos, pastorais sociais, etc...) não fizeram a mesma coisa? Não seria bonito terem levado igualmente milhares de pessoas, com camisetas iguais, por exemplo? Contudo, grupos de pastorais, movimentos, comunidades, paróquias, escolas, setor juventude, congregações, universidades, seminários, etc... foram chamados e tiveram participação no altar, no campo, nas arquibancadas, nos bastidores (sacristias) e fora do campo. Inclusive o grupo de Fé e Política pôde passar, do lado de fora, o abaixo-assinado relativo ao projeto de Lei complementar à Lei 9840 contra a corrupção eleitoral. E contaram também com a participação e ajuda dos Arautos ... Estou, no momento, em Brasília, na CNBB, e aproveito para dizer que, com a Comissão Justiça e Paz e todo o Movimento de Combate à Corrupção eleitoral, queremos levar adiante esta coleta de assinaturas. Penso que os senhores e seus grupos já estão ajudando a recolher. Envio também a nota que a CNBB elaborou sobre a Reforma Tributária, cuja proposta de emenda constitucional está tramitando.Fraternalmente, Dom Pedro Luiz StringhiniBispo auxiliar de São PauloRegião Episcopal Belém (*)Sr. Dirceu BenincáSr. Jaime Carlos Patias



Fonte: Dom Pedro Luiz Stringhini - Bispo Auxiliar de São Paulo Local:São Paulo (SP)

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Bento XVI anuncia nomeações para Vitória da Conquista e Frederico Westphalen

CNBB - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil

Bento XVI anuncia nomeações para Vitória da Conquista e Frederico Westphalen
quarta - 11 de junho de 2008O bispo de Afogados da Ingazeira (PE), dom Luiz Gonzaga Silva Pepeu, 51, é o novo arcebispo da arquidiocese de Vitória da Conquista (BA), vacante desde abril do ano passado. O anúncio foi feito nesta quarta-feira, 11, pelo papa Bento XVI que nomeou, também, o padre Antônio Carlos Rossi Keller o novo bispo para a diocese de Frederico Westphalen, no Rio Grande do Sul, vacante desde março de 2006.Dom Luiz Gonzada, da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos (OFMCap), estava na diocese de Afogados da Ingazeira desde outubro de 2001. Tem como lema episcopal o texto do profeta Jeremias “Não temas, estou contigo” (Jr 1,8). Ele é membro efetivo da Comissão Episcopal dos Tribunais Eclesiásticos de Segunda Instância da CNBB e do Conselho Econômico no Regional Nordeste 2 (Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte).Padre Antônio CarlosO novo bispo de Frederico Westphalen é natural de São Paulo. Ordenado em junho de 1977, padre Antônio Carlos, 55, cursou filosofia no Seminário Santo Cura d’Ars e Teologia na Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção, em São Paulo. Exerceu as funções de vigário paroquial no Santuário Nossa Senhora da Penha, em São Paulo; membro nomeado pela CNBB para a Comissão bi lateral Anglicana-Católica Romana e professor no Instituto São Boaventura, na diocese de Santo Amaro.Atualmente, além de pároco de Santo Antônio do Limão, na Região Episcopal Santana, em São Paulo, padre Carlos é diretor espiritual no Seminário Santo Cura d’Ars da Arquidiocese de São Paulo; professor no Seminário Arquidiocesano Propedêutico e no Instituto Filosófico Aristotélico Tomista dos Arautos do Evangelho.