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quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Bento XVI viajará à África para dar esperança.

Bento XVI viajará à África para dar esperança, explica porta-voz vaticanoCamarões e Angola, etapas da peregrinação apostólica em março de 2009CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 3 de novembro de 2008 (ZENIT.org).- Bento XVI empreenderá sua primeira viagem ao continente africano para dar esperança a seus povos, que sofrem a violência e a pobreza, explica o porta-voz Vaticano.
O Pe. Federico Lombardi S.J., diretor da Sala de Informação da Santa Sé, preparou a visita do Papa a Camarões e Angola, que acontecerá no mês de março de 2009, com um comentário emitido pela última edição de Octava Dies, semanário do Centro Televisivo Vaticano, do qual também é diretor.
«João Paulo II, que havia dedicado à África uma apaixonada atenção – chegou a ser chamado pelo cardeal Thiandoum de ‘João Paulo II, o africano’ –, nos últimos anos de pontificado não pôde voltar ao Continente: suas últimas breves viagens se realizaram à Nigéria, em 98, e ao Egito e ao Sinai, em 2000.»
Bento XVI já viajou a vários países da Europa, América, Oceania e de uma certa forma também à Ásia, com sua viagem à Turquia, mas não visitou ainda nenhum país africano.
«Certamente, a África, com seus graves problemas, esteve presente em suas palavras e em seu coração, mas uma viagem sempre tem um significado fortíssimo de participação, de presença, de contato direto. Mas 2009 será também o ano da Assembléia especial do Sínodo dos Bispos para a África, e a viagem do Papa terá um papel fundamental em sua preparação, de maneira que toda a Igreja dirigirá seu olhar à África.»
«A solidariedade espiritual e formadora da comunidade universal dos crentes acompanhará o renovado compromisso de crescimento das comunidades católicas que – como aquela de Angola – já contam com cinco séculos de vida, têm sua história e tradição, cuja base serve para olhar para o futuro.»
«Todos nós temos nos olhos imagens dramáticas de conflitos e de pobreza, mas também uma extraordinária vitalidade do Continente que é preciso libertar, animar, sustentar e orientar, para que os africanos possam construir a África com dignidade e esperança. Uma mensagem de esperança: é certamente isso o que o Papa Bento XVI levará à terra africana», concluiu o porta-voz.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Congresso Internacional


V Congresso internacional dos Cooperadores dos Arautos do Evangelho


São Paulo, 28/07/2008 (TV Arautos).- Nos dias 25 a 27 de julho, realizou-se o V Congresso internacional dos Cooperadores dos Arautos do Evangelho, que contou com a participação delegações vindas de 23 países.
A abertura do Congresso deu-se com a Solene Coroação da Imagem do Imaculado Coração de Maria. Logo após houve a Concelebração Eucarística presidida pelo Pe. João Clá, que contou com a participação do Decano de Direito Canônico da Pontifícia Universidade São Tomás de Aquino (Angelicum), Pe. Bruno Esposito, O.P.
Os 800 participantes também tiveram a oportunidade de aprofundarem a temática dos novíssimos do homen (morte, juízo, céu, inferno). As palestras e teatros mostraram como é benéfico se acercarem de tão importante tema. Além disso, essas meditações ensinaram uma fundamental baliza de conduta: “Em todas as tuas obras, lembra-te dos teus novíssimos, e não pecarás eternamente” (Eclo. 7, 40).

segunda-feira, 23 de junho de 2008

O temor de Deus.

Vaticano, 22/6/2008 - Perante o amplo e diversificado panorama dos medos humanos, a Palavra de Deus é clara: quem teme Deus não tem medo. Foi o que afirmou Bento XVI antes da recitação da oração mariana do Angelus com os cerca de 30 mil fiéis congregados ao meio dia na Praça de São Pedro, convidando-os a refletir sobre a diferença que existe entre os medos humanos e o temor de Deus.O medo – recordou - é uma dimensão natural da vida. Desde pequenos experimentamos formas de medo que se revelam depois imaginárias e desaparecem; outras emergem sucessivamente tendo fundamento na realidade; estes devem ser enfrentados e superados com o empenho humano e com a confiança em Deus. Mas existe depois, sobretudo hoje, uma forma de medo mais profunda, de tipo existencial, que ás vezes desemboca na angústia: nasce de um sentido de vazio, ligados a uma certa cultura embebida de um difuso niilismo teórico e pratico.

O Papa recordou que o temor de Deus que as Escrituras definem como o principio da verdadeira sapiência, coincide com a fé nele, com o respeito sagrado pela sua autoridade sobre a vida e sobre o mundo. Não possuir o temor de Deus equivale – explicou Bento XVI - a colocar-se no seu lugar, sentir-se o dono do bem e do mal, da vida e da morte. Pelo contrário, quem teme a Deus adverte em si a segurança que tem a criança nos braços de sua mãe: quem teme a Deus está tranqüilo mesmo no meio das tempestades, porque Deus, como Jesus nos revelou, é Pai cheio de misericórdia e de bondade.

Quem o ama não tem medo. O crente – concluiu o Papa – não se assusta diante de nada, porque sabe que está nas mãos de Deus, sabe que o mal e o irracional não têm a ultima palavra , mas o único Senhor do mundo e da vida é Cristo, o Verbo de Deus encarnado, que nos amou ao ponto de sacrificar-se a si mesmo morrendo na cruz para a nossa salvação.-Antes das saudações nas várias línguas o Santo Padre quis recordar as vitimas do naufrágio de um ferry que transportava mais de 700 passageiros: naufrágio causado pelo tufão ”Fengshen” nas Filipinas.

O Papa disse que soube com viva emoção da noticia do naufrágio. E manifestou a sua proximidade ás populações das ilhas atravessadas pelo tufão e explicou ter rezado pelas vitimas desta tragédia, entre as quais se encontram também crianças.Bento XVI referiu-se também ao bimilenário de nascimento do Apóstolo Paulo que nos preparamos para celebrar com um especial ano jubilar. O Papa fez votos de que este grande acontecimento espiritual e pastoral possa suscitar também em nós uma renovada confiança em Jesus Cristo que nos chama a anunciar e testemunhar o seu Evangelho, sem temer nada. E dirigiu o convite a todos para que se preparem para celebrar com fé o ano Paulino que se Deus quiser inaugurará solenemente sábado próximo na Basílica de São Paulo fora de muros, com a liturgia das primeiras Vésperas da Solenidade dos Apóstolos São Pedro e São Paulo.Desde já confiamos esta grande iniciativa eclesial á intercessão de São Paulo e de Maria Santíssima, Rainha dos Apóstolos e Mãe de Cristo, fonte da nossa alegria e da nossa paz.-Bento XVI recordou depois que hoje em Beirute, a capital do Líbano é beatificado Yaaqub da Ghazir Haddad, um sacerdote da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos e fundador da Congregação das Irmãs Franciscanas da Cruz do Líbano.

Manifestando as suas felicitações ás suas filhas espirituais, o Papa fez votos de que a intercessão do beato Abuna Yaaqub, unida aquela dos Santos libaneses, obtenha para aquele amado e martirizado País, que já sofreu demasiado, progredir finalmente para uma paz estável.Bento XVI recordou ainda que neste Domingo, em Quebec, no Canadá se encerrará o 49 congresso eucarístico internacional sobre o tema “a Eucaristia dom de Deus para a vida do mundo”. Possais cada dia estar cada vez mais próximos de Cristo, realmente presente na Eucaristia, fonte e ápice da vida cristã, foram os votos formulados pelo Papa.

Rádio Vaticano


sábado, 21 de junho de 2008

Nossa Senhora Aparecida será sempre a Padroeira do Brasil!


Você não ficaria profundamente entristecido se tirassem à Virgem Mãe Aparecida o título de Padroeira do Brasil?
É claro que sim! Nossa Senhora Aparecida está no coração de todos os brasileiros. É a Ela que recorremos nas horas de dificuldade e a Ela dirigimos nosso reconhecimento nos momentos de alegria.
Seria, mesmo, uma grande ingratidão para com a Mãe de Deus que o Brasil deixasse de tê-la como Mãe e Padroeira. Não é verdade que até nos sentiríamos órfãos? Mas é o que está a ponto de acontecer, se você não atuar com rapidez.
Um projeto de lei (n. 2623/2007), de autoria do deputado Victorio Galli, que está tramitando na Câmara de Deputados, vai retirar a Nossa Senhora Aparecida o afetuoso título de Padroeira do Brasil, do qual todos nós nos orgulhamos.


Você vai permitir que isso aconteça?


Temos de defender a Padroeira do Brasil!
É preciso enviar, quanto antes, milhões de mensagens à Câmara de Deputadospedindo que esse infeliz projeto de lei não seja aprovado, por ofender a Mãe de Deus e ferir a fundo os sentimentos religiosos dos brasileiros.
Para fazer chegar sua mensagem à Câmara dos Deputados, basta clicar abaixo, no lugar indicado , e escrever seu nome e endereço de e-mail. Será enviado, imediatamente, um e-mail ao relator do projeto, deputado Atila Lira, manifestando seu desejo de que Nossa Senhora Aparecida continue sendo a Padroeira do Brasil.
Ajude a ampliar esta iniciativa enviando esta página a todos os seus amigos e conhecidos.


sexta-feira, 20 de junho de 2008

Expansão do Apostolado do Oratório María Rainha dos Corações na diocese de Coimbra.


Expansão do Apostolado do Oratório María Rainha dos Corações na diocese de Coimbra.






Embora a sua origem seja anterior ao império romano, só em 1137 é que a vila de Penela recebeu seu primeiro foral pelas mãos de D. Afonso Henriques.Foi neste concelho medieval que, recentemente, esteve um casal de cooperadores dos Arautos do Evangelho a apresentar em todas as missas dominicais das diversas comunidades o oratório María Rainha dos Corações. Alguns paroquianos dinamizaram-se de tal modo que, tal como S. José, foram de casa em casa propondo que as demais famílias recebessem devotamente a imagem da Santíssima Virgem.Depois de uma homília sobre a importância de sermos coerentes com a nossa herança religiosa, o P. Dr. Pedro Carlos Lopes Miranda, vigário episcopal da região pastoral sul da diocese de Coimbra, benzeu nove oratórios María Rainha dos Corações, destinados a percorrer as famílias de Penela, Rabaçal, Podentes, Espinhal, Relvas e Cerejeiras.Juntamente com cada oratório entrega-se 30 livros de piedade, com os 20 mistérios do terço, orações para as diversas etapas do dia, ladainhas, exame de consciência e cânticos em louvor de Nossa Senhora.

Arquidiocese Bispo Auxiliar de São Paulo fala sobre as celebrações do Centenário da Arquidiocese

Notícias » Arquidiocese Bispo Auxiliar de São Paulo fala sobre as celebrações do Centenário da Arquidiocese - 16/06/2008 - 10:06

São Paulo, 11 de junho de 2008.Fiz parte da organização das celebrações do Centenário da Arquidiocese. Sou testemunha do esforço e da participação de tanta gente e, por isso, gostaria de tecer algumas considerações e esclarecimentos a partir do artigo escrito pelos senhores(*): Militarização da Fé. Os senhores afirmam que “com pompa e incenso, o santo – tendo a espada do seu martírio na mão – foi entronizado como patrono da Arquidiocese”. Eu usaria, em vez de “pompa”, o termo “solenidade” ou “dignidade”, próprias à liturgia. Lembro também que naquela imagem, o apóstolo não traz uma espada na mão, mas um pergaminho onde está escrita a frase: ‘Senhor, que devo fazer’?Os senhores afirmam que “a Igreja na metrópole é constituída por múltiplas comunidades, pastorais, organismos, movimentos, grupos, etc. Contudo, isso praticamente não foi considerado”. Isso foi considerado sim senhores; e muito. O evento foi amplamente divulgado, com insistência na participação de todos. Porém, os arautos responderam mais que outros grupos, levando milhares de pessoas. Por que outros (Comunidades, Ceb’s, paróquias, setores, padres, outros movimentos, pastorais sociais, etc...) não fizeram a mesma coisa? Não seria bonito terem levado igualmente milhares de pessoas, com camisetas iguais, por exemplo? Contudo, grupos de pastorais, movimentos, comunidades, paróquias, escolas, setor juventude, congregações, universidades, seminários, etc... foram chamados e tiveram participação no altar, no campo, nas arquibancadas, nos bastidores (sacristias) e fora do campo. Inclusive o grupo de Fé e Política pôde passar, do lado de fora, o abaixo-assinado relativo ao projeto de Lei complementar à Lei 9840 contra a corrupção eleitoral. E contaram também com a participação e ajuda dos Arautos ... Estou, no momento, em Brasília, na CNBB, e aproveito para dizer que, com a Comissão Justiça e Paz e todo o Movimento de Combate à Corrupção eleitoral, queremos levar adiante esta coleta de assinaturas. Penso que os senhores e seus grupos já estão ajudando a recolher. Envio também a nota que a CNBB elaborou sobre a Reforma Tributária, cuja proposta de emenda constitucional está tramitando.Fraternalmente, Dom Pedro Luiz StringhiniBispo auxiliar de São PauloRegião Episcopal Belém (*)Sr. Dirceu BenincáSr. Jaime Carlos Patias



Fonte: Dom Pedro Luiz Stringhini - Bispo Auxiliar de São Paulo Local:São Paulo (SP)

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Livro de Bento XVI, Jesus de Nazaré, supera os 2,5 milhões exemplares vendidos.




VATICANO: 13/06/2008


Livro de Bento XVI, Jesus de Nazaré, supera os 2,5 milhões exemplares vendidos


A agência ANI informou que o livro do Papa Bento XVI, Jesus de Nazaré, já superou os 2,5 milhões de exemplares vendidos em pouco mais de um ano. Por esta razão, a editorial católica maior da Europa, Herder, decidiu voltar a imprimir uma série de textos do Santo Padre. Conforme a mencionada agência, toda a obra do então Cardeal Joseph Ratzinger se publicará em 13 volumes. O primeiro estará nas livrarias para fim de ano.
Segundo ANI, a popularidade do Papa também aumentou que as vendas de suas encíclicas:

- "Deus caritas est" e "Spe Salvi".

Além disso, existe uma crescente demanda pelos trabalhos produzidos pelo então Cardeal Joseph Ratzinger. A edição britânica do livro será publicada pelos mesmos publicitários de Harry Potter.

Entrevista com Dom Odilo P. Scherer




Arquidiocese Entrevista com Dom Odilo P. Scherer, recém nomeado membro da Congregação para o Clero - 18/06/2008 - 14:40


O Cardeal Arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Pedro Scherer, foi recentemente nomeado, pelo Papa Bento XVI, membro da Congregação para o Clero. E concedeu, nessa ocasião, uma entrevista exclusiva à TV Arautos. Esta arquidiocese, que conta com cerca de 6 milhões de católicos, é uma das maiores do mundo, exigindo de seus pastores um grande dinamismo e um profundo espírito eclesial.


TV Arautos (TVA): O Cardeal Arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Pedro Scherer foi nomeado pelo Vaticano como membro da Congregação para o Clero. Dom Odilo, o que representa participar desta comissão?Dom Odilo Pedro Scherer: Os Cardeais participam de uma ou de mais comissões, conselhos ou congregações da Cúria Romana. A Cúria Romana é aquele grande organismo de assessoria, de serviço para a missão do Papa, de colaboradores, que são diretamente as pessoas que trabalham para o Papa. E, claro, cada congregação, cada comissão da Cúria Romana é formada por muitos membros que não estão em Roma, mas que de vez em quando são chamados para alguma reunião, para participar da discussão de algum tema. A minha nomeação para a Congregação para o Clero exatamente significa isso: como membro da Congregação para o Clero, de vez em quando, eu serei chamado a participar de alguma reunião, das reuniões plenárias da Congregação, onde se discute uma série de assuntos para serem depois submetidos à decisão do Papa.

TVA: Efetivamente no Brasil, o senhor vai atuar de alguma maneira, como será este trabalho?Dom Odilo: Não. Isso não tem repercussão direta no meu trabalho, no Brasil. Eu continuo normalmente Arcebispo de São Paulo. Meu trabalho é como Arcebispo de São Paulo, sem responsabilidade sobre o clero, no Brasil, de modo geral. Eu sou responsável pelo clero da Arquidiocese de São Paulo, assim como cada Arcebispo, ou Bispo, é responsável pelo clero de sua diocese.




TVA: O senhor estava em Brasília quando recebeu a notícia. Como foi?
Dom Odilo: De fato, a notícia foi publicada durante a reunião do Conselho Permanente, em Brasília. Mas eu já tinha recebido, através da Nunciatura Apostólica, alguns dias antes, esta comunicação. Ela, então passou a ser pública no momento em que a CNBB publicou.




TVA: Fazendo um resumo da vida do senhor neste último ano, aconteceu muita coisa. O senhor nomeado Arcebispo, depois Cardeal e agora representante da Congregação para o Clero...
Dom Odilo: Sim, em um ano aconteceram muitas coisas. Foi um ano muito cheio de novidades, de trabalhos, mas é assim a vida. Como Arcebispo de São Paulo, a gente também é carregado por toda a situação da cidade de São Paulo, que é uma cidade imensa, uma cidade importante. E, por isso mesmo, a minha nomeação para a Arquidiocese de São Paulo naturalmente é o motivo, digamos assim, de todos estes outros envolvimentos que vão chegando, porque São Paulo é importante. A Arquidiocese de São Paulo é uma Arquidiocese expressiva, e é claro, a gente vai sendo envolvido neste movimento todo. São Paulo recebeu a visita do Papa e, eu tive que acolher o Papa, logo após a minha posse. São Paulo comemorou 100 anos de existência de uma Arquidiocese e tivemos que tomar as iniciativas junto com os outros Bispos Auxiliares e, naturalmente, toda a comunidade católica de São Paulo. E assim por diante. Agora, temos o ano de São Paulo, o Ano Paulino que será aberto no dia 29 de junho, para nós, aqui em São Paulo. E vamos ter uma programação bonita, também, uma proposta interessante para toda a Arquidiocese de São Paulo que quer honrar o Ano Paulino, já que o Apóstolo São Paulo agora também é patrono da Diocese. Então, sim, um ano muito movimentado, mas porque São Paulo é dinâmica, e a cidade é movimentada e queremos que a Igreja de São Paulo acompanhe a vida da cidade.




TVA: E cresça junto?Dom Odilo: Cresça junto, possa estar presente, possa atuar na vida da cidade de São Paulo. E, naturalmente, como Igreja, poder fazer a presença, o testemunho de Igreja, testemunho de Deus presente junto do povo de São Paulo e anunciar a todos, justamente, que Deus habita esta cidade, quer bem o povo de São Paulo.




TVA: Nós tivemos uma prova disso na missa da Arquidiocese no Pacaembú?Dom Odilo: Foi uma manifestação muito bonita, na celebração de conclusão do ano centenário, no dia 8 de junho passado. Foi uma manifestação de grande fé, de grande unidade, da Igreja em São Paulo. E também de esperança, de alegria do povo que se manifestou, que esteve presente, do clero que esteve presente, dos religiosos e religiosas que também acompanharam. Momento bonito e importante na vida da Arquidiocese.




sexta-feira, 13 de junho de 2008

"Papel da mulher deve ser ressaltado" - dizem bispos de Moçambique

Maputo, 12 jun (RV) - Analisando a situação do país, os bispos moçambicanos falam "da existência de numerosos sinais de esperança, como resultado de escolhas efetuadas pelos responsáveis pela gestão dos negócios públicos".

"Apoiamos e encorajamos aqueles que se empenham pela paz e trabalham para que todos os moçambicanos tenham a vida, e vida em abundância" afirmam os bispos de Moçambique numa mensagem sobre a vida social do país."Portanto, acolhemos positivamente as decisões do governo da República de Moçambique para lutar contra a pobreza, que é ainda uma realidade forte e dolorosa em nosso país. Como resultado dessas escolhas políticas, observamos a melhoria das linhas de comunicação, através da construção, a manutenção e a reabilitação de estradas e pontes, o aumento das infra-estruturas sociais, com especial atenção à expansão da rede escolar, à ampliação do ensino superior, com a criação de institutos superiores e de universidades em todas as províncias do país. O mesmo acontece com a rede de telefonia e de energia.
Finalmente, é louvável a ampliação da rede sanitária, seja por parte do Estado, seja com o apoio de parceiros, entre os quais a Igreja católica".
Os Bispos estão satisfeitos também com a promoção da auto-estima nacional, como uma importante condição para que os moçambicanos assumam a consciência de que são os primeiros agentes de desenvolvimento e responsáveis pelo seu destino e pela construção do bem comum. Entre os protagonistas desse renascimento moçambicano estão as mulheres: "constatamos que no nosso País há mulheres engajadas em muitas tarefas e frentes.
A população feminina em Moçambique deve, porém, ser proporcionalmente mais visível, principalmente pelo único e insubstituível papel das mulheres como agentes da educação para as gerações presentes e futuras e, em muitos casos, como principais responsáveis pela produção e gestão de bens e serviços domésticos a favor de toda a família".
A Conferência Episcopal expressa preocupação com os freqüentes desastres naturais que afetam o país e pede ao governo um maior esforço para preveni-los e enfrentar suas conseqüências. É também particularmente dramática a difusão da AIDS, sobretudo pelo elevado número de crianças que contraíram a doença da mãe.
Os bispos exortam o governo a fornecer assistência adequada aos doentes e iniciar a produção de medicamentos anti-retrovirais. Ao mesmo tempo, recordam a posição da Igreja para prevenir a ulterior difusão do vírus HIV: vida sexual responsável, abstinência para os não-casados, e fidelidade matrimonial. (CM)Fonte : RV

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Bento XVI anuncia nomeações para Vitória da Conquista e Frederico Westphalen

CNBB - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil

Bento XVI anuncia nomeações para Vitória da Conquista e Frederico Westphalen
quarta - 11 de junho de 2008O bispo de Afogados da Ingazeira (PE), dom Luiz Gonzaga Silva Pepeu, 51, é o novo arcebispo da arquidiocese de Vitória da Conquista (BA), vacante desde abril do ano passado. O anúncio foi feito nesta quarta-feira, 11, pelo papa Bento XVI que nomeou, também, o padre Antônio Carlos Rossi Keller o novo bispo para a diocese de Frederico Westphalen, no Rio Grande do Sul, vacante desde março de 2006.Dom Luiz Gonzada, da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos (OFMCap), estava na diocese de Afogados da Ingazeira desde outubro de 2001. Tem como lema episcopal o texto do profeta Jeremias “Não temas, estou contigo” (Jr 1,8). Ele é membro efetivo da Comissão Episcopal dos Tribunais Eclesiásticos de Segunda Instância da CNBB e do Conselho Econômico no Regional Nordeste 2 (Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte).Padre Antônio CarlosO novo bispo de Frederico Westphalen é natural de São Paulo. Ordenado em junho de 1977, padre Antônio Carlos, 55, cursou filosofia no Seminário Santo Cura d’Ars e Teologia na Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção, em São Paulo. Exerceu as funções de vigário paroquial no Santuário Nossa Senhora da Penha, em São Paulo; membro nomeado pela CNBB para a Comissão bi lateral Anglicana-Católica Romana e professor no Instituto São Boaventura, na diocese de Santo Amaro.Atualmente, além de pároco de Santo Antônio do Limão, na Região Episcopal Santana, em São Paulo, padre Carlos é diretor espiritual no Seminário Santo Cura d’Ars da Arquidiocese de São Paulo; professor no Seminário Arquidiocesano Propedêutico e no Instituto Filosófico Aristotélico Tomista dos Arautos do Evangelho.

sábado, 7 de junho de 2008

A beleza na liturgia



Função da liturgia é abrir espaço para a Beleza

Arautos Diáconos em função litúrgica, na Dedicação
da igreja de Nosa Senhora do Rosário de Fátima dos Arautos do Evangelho.


Afirma o arcebispo responsável pelo setor de liturgia da CNBB


por Alexandre Ribeiro
RIBEIRÃO PRETO, terça-feira, 3 de junho de 2008 (ZENIT.org).

A arquidiocese de Ribeirão Preto (São Paulo) inicia a semana de festividades do centenário de sua criação como diocese com um convite à reflexão sobre a beleza na liturgia.O arcebispo local, Dom Joviano de Lima Júnior, SSS, abriu ontem um Simpósio Teológico sobre a Eucaristia, com o tema «A manifestação da beleza e a celebração do mistério».Segundo Dom Joviano, que é o responsável pelo setor de liturgia da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), o «impacto da beleza nos revela a ternura de Deus em cores, luzes e sons, a partir do que os nossos olhos contemplam na natureza».Na Eucaristia --afirmou o arcebispo na abertura do evento--, «a natureza aparece transformada, o trigo em pão, a uva em vinho, a árvore em mesa, o algodão em toalha, a cera das abelhas em vela».Dom Joviano considera que não se pode apreciar devidamente a Eucaristia «se a sua celebração não estiver impregnada do encanto da beleza».«A alegria da beleza tem a propriedade de produzir a bondade», afirmou, enfatizando que «a função da liturgia é abrir espaço para a Beleza, para a bondade que salva».Ainda de acordo com o arcebispo, é função do rito «fazer a passagem de uma situação caótica ou de dispersão para uma nova realidade que integra o que está disperso e dá significado à existência».«O rito alarga a compreensão da realidade que nos envolve e nos propõe o mistério na sua totalidade.»«O rito, como a beleza, necessita de tempo, espaço, proximidade e atenção para transformar o que é meramente exterioridade em interioridade.»E, para isso --destaca Dom Joviano--, «recorre à memória e à repetição de certos gestos, palavras e símbolos, atuando nas três dimensões da temporalidade: o presente, o passado e o futuro».«A ritualidade litúrgica revela uma Igreja, reunida em nome do Senhor, que busca o divino, a graça, a salvação, “o invisível” na fragilidade do humano.»«Busca “nas coisas que passam, as que não passam”. O que nos é dado a ver, nos é dado a viver. Na liturgia, beleza e ritualidade se encontram», afirma.FestaUm concerto musical celebrará o centenário da diocese, no dia 7 de junho. No palco do Theatro Dom Pedro II, em Ribeirão Preto, ressoará um repertório selecionado, que inclui a apresentação do núncio Apostólico, Dom Lorenzo Baldisseri, que é pianista.Se apresentarão ainda solistas da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto; Madrigal Ademus da USP (Universidade de São Paulo); corais da UNESP (Universidade Estadual Paulista, de Franca e Jaboticabal); e da soprano Yuka de Almeida Prado; sob a regência de Cristina Emboaba.O público ouvirá obras de Villa-Lobos, Debussy, Chopin, Händel e o Te Deum de Manuel Dias de Oliveira.