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sexta-feira, 27 de junho de 2008

Indulgências no ano Paulino



L'OSSERVATORE ROMANOEdição Brasileira – Nº 20 – 17 de Maio de 2008 Decreto da Penitenciaria ApostólicaIndulgências especiais para o Ano Paulino Iniciará no dia 28 de Junho e Bento XVI concedeu especiais indulgenciasmediante este documento PAENITENTIARIA APOSTOLICA URBIS ET ORBIS DECRETO.




Por ocasião dos dois mil anos do nascimento do Santo Apóstolo Paulo, são concedidas especiais Indulgências. Na iminência da solenidade litúrgica dos Príncipes dos Apóstolos, o Sumo Pontífice, animado por pastoral solicitude, deseja providenciar tempestivamente os tesouros espirituais a fim de conceder aos fiéis para a própria santificação, de modo que eles possam renovar e reforçar, com fervor ainda maior nesta piedosa e feliz ocasião, propósitos de salvação sobrenatural já a partir das primeiras Vésperas da citada solenidade, principalmente em honra do Apóstolo das Nações, do qual agora se aproximam os dois mil anos do nascimento terreno. Na verdade o dom das Indulgências, que o Romano Pontífice oferece à Igreja Universal, aplana a estrada para alcançar em sumo grau a purificação interior que, enquanto honra o Beato Paulo Apóstolo, exalta a vida sobrenatural no coração dos fiéis e impele-os docemente a produzir frutos de boas obras. Portanto, esta Penitenciaria Apostólica, à qual o Santo Padre confiou a tarefa de preparar e redigir o Decreto sobre a concessão e a obtenção das Indulgências que serão válidas por toda a duração do Ano Paulino, com o presente Decreto, emitido em conformidade com a vontade do Augusto Pontífice, benignamente concede as graças que em seguida são enumeradas:


I. – A todos os fiéis cristãos deveras arrependidos que, devidamente purificados mediante o Sacramento da Penitência e restaurados pela Sagrada Comunhão, de modo piedoso visitarem em peregrinação a Basílica papal de São Paulo na Via Ostiense e rezarem segundo as intenções do Sumo Pontífice, é concedida e dispensada a Indulgência plenária da pena temporal pelos seus pecados, uma vez obtida por eles a remissão sacramental e o perdão das próprias faltas. A Indulgência plenária poderá ser obtida pelos fiéis cristãos, quer para eles próprios quer para os defuntos, todas as vezes que forem realizadas as obras ordenadas; permanecendo, todavia, inalterada a norma pela qual se pode obter a Indulgência plenária só uma vez por dia. A fim de que as orações elevadas durante essas visitas sagradas depois conduzam e solicitem de modo mais intenso os ânimos dos fiéis à veneração da memória de São Paulo, fica estabelecido e disposto quanto segue: os fiéis, além de elevar as próprias súplicas diante do Santíssimo Sacramento, cada um de acordo com a própria piedade, deverão deter-se no altar da Confissão e devotamente recitar o «Pai-Nosso» e o «Credo», acrescentando piedosas invocações em honra da Bem-Aventurada Virgem Maria e de São Paulo. Esta devoção seja sempre estreitamente unida à memória do Príncipe dos Apóstolos São Pedro.


II. – Os fiéis cristãos das várias igrejas locais, ao cumprirem as habituais condições (Confissão sacramental, Comunhão eucarística e Oração segundo as intenções do Sumo Pontífice), excluído qualquer apego ao pecado, poderão obter a Indulgência plenária se participarem com devoção na sagrada função ou numa prática realizada publicamente em honra do Apóstolo das Nações: nos dias da solene abertura e encerramento do Ano Paulino, em todos os lugares sagrados; em outros dias determinados pelo Ordinário do lugar, nos locais sagrados intitulados a São Paulo e, para a utilidade dos fiéis, em outros designados pelo mesmo Ordinário.


III. – Enfim, os fiéis impedidos por doença ou outra legítima e relevante causa, sempre com o ânimo destacado de todo o pecado e com o propósito de cumprir as habituais condições logo que seja possível, poderão também obter a Indulgência plenária, contanto que se unam espiritualmente a uma celebração jubilar em honra de São Paulo, oferecendo a Deus as suas oracões e sofrimentos pela unidade dos Cristãos. Depois, para que os fiéis possam mais facilmente participar nestes favores celestiais, os sacerdotes aprovados pela autoridade eclesiástica competente para a escuta das confissões se prestem, com ânimo pronto e generoso, a acolhê-las. O presente Decreto tem validade só durante o Ano Paulino. Não obstante qualquer disposição contrária. Dado em Roma, na sede da Penitenciaria Apostólica, a 10 de Maio, ano da encarnação do Senhor de 2008, Vigília de Pentecostes.

CARD. JAMES FRANCIS STAFFORD Penitenciário-
Mor + GIANFRANCO GIROTTI, O.F.M. Conv. Regente

segunda-feira, 23 de junho de 2008

O temor de Deus.

Vaticano, 22/6/2008 - Perante o amplo e diversificado panorama dos medos humanos, a Palavra de Deus é clara: quem teme Deus não tem medo. Foi o que afirmou Bento XVI antes da recitação da oração mariana do Angelus com os cerca de 30 mil fiéis congregados ao meio dia na Praça de São Pedro, convidando-os a refletir sobre a diferença que existe entre os medos humanos e o temor de Deus.O medo – recordou - é uma dimensão natural da vida. Desde pequenos experimentamos formas de medo que se revelam depois imaginárias e desaparecem; outras emergem sucessivamente tendo fundamento na realidade; estes devem ser enfrentados e superados com o empenho humano e com a confiança em Deus. Mas existe depois, sobretudo hoje, uma forma de medo mais profunda, de tipo existencial, que ás vezes desemboca na angústia: nasce de um sentido de vazio, ligados a uma certa cultura embebida de um difuso niilismo teórico e pratico.

O Papa recordou que o temor de Deus que as Escrituras definem como o principio da verdadeira sapiência, coincide com a fé nele, com o respeito sagrado pela sua autoridade sobre a vida e sobre o mundo. Não possuir o temor de Deus equivale – explicou Bento XVI - a colocar-se no seu lugar, sentir-se o dono do bem e do mal, da vida e da morte. Pelo contrário, quem teme a Deus adverte em si a segurança que tem a criança nos braços de sua mãe: quem teme a Deus está tranqüilo mesmo no meio das tempestades, porque Deus, como Jesus nos revelou, é Pai cheio de misericórdia e de bondade.

Quem o ama não tem medo. O crente – concluiu o Papa – não se assusta diante de nada, porque sabe que está nas mãos de Deus, sabe que o mal e o irracional não têm a ultima palavra , mas o único Senhor do mundo e da vida é Cristo, o Verbo de Deus encarnado, que nos amou ao ponto de sacrificar-se a si mesmo morrendo na cruz para a nossa salvação.-Antes das saudações nas várias línguas o Santo Padre quis recordar as vitimas do naufrágio de um ferry que transportava mais de 700 passageiros: naufrágio causado pelo tufão ”Fengshen” nas Filipinas.

O Papa disse que soube com viva emoção da noticia do naufrágio. E manifestou a sua proximidade ás populações das ilhas atravessadas pelo tufão e explicou ter rezado pelas vitimas desta tragédia, entre as quais se encontram também crianças.Bento XVI referiu-se também ao bimilenário de nascimento do Apóstolo Paulo que nos preparamos para celebrar com um especial ano jubilar. O Papa fez votos de que este grande acontecimento espiritual e pastoral possa suscitar também em nós uma renovada confiança em Jesus Cristo que nos chama a anunciar e testemunhar o seu Evangelho, sem temer nada. E dirigiu o convite a todos para que se preparem para celebrar com fé o ano Paulino que se Deus quiser inaugurará solenemente sábado próximo na Basílica de São Paulo fora de muros, com a liturgia das primeiras Vésperas da Solenidade dos Apóstolos São Pedro e São Paulo.Desde já confiamos esta grande iniciativa eclesial á intercessão de São Paulo e de Maria Santíssima, Rainha dos Apóstolos e Mãe de Cristo, fonte da nossa alegria e da nossa paz.-Bento XVI recordou depois que hoje em Beirute, a capital do Líbano é beatificado Yaaqub da Ghazir Haddad, um sacerdote da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos e fundador da Congregação das Irmãs Franciscanas da Cruz do Líbano.

Manifestando as suas felicitações ás suas filhas espirituais, o Papa fez votos de que a intercessão do beato Abuna Yaaqub, unida aquela dos Santos libaneses, obtenha para aquele amado e martirizado País, que já sofreu demasiado, progredir finalmente para uma paz estável.Bento XVI recordou ainda que neste Domingo, em Quebec, no Canadá se encerrará o 49 congresso eucarístico internacional sobre o tema “a Eucaristia dom de Deus para a vida do mundo”. Possais cada dia estar cada vez mais próximos de Cristo, realmente presente na Eucaristia, fonte e ápice da vida cristã, foram os votos formulados pelo Papa.

Rádio Vaticano


sábado, 21 de junho de 2008

Imagem do Imaculado Coração de Maria realiza, com enorme sucesso, peregrinação ao Haiti

Imagem do Imaculado Coração de Maria realiza, com enorme sucesso, peregrinação ao Haiti



A Convite das famílias católicas e com o apoio de Mons. Serge MIOT, arcebispo de Port-au-Prince, a Imagem Peregrina do Imaculado Coração de Maria visitou a cidade de Port-au-Prince, capital do Haiti.
Acompanhada por uma delegação de Arautos do Evangelho que partiram da República Dominicana, visitou várias partes da cidade atraindo centenas de fiéis que vieram venerar a Imagem Peregrina. Foram visitadas inúmeras localidades residenciais, orfanatos, escolas, capelas e casas particulares. Destacamos, entre as visitas, o acolhimento dado por Monsenhor Serge MIOT na Catedral "A Assunção de Nossa Senhora". O arcebispo haitiano durante a liturgia foi acompanhado por vários sacerdotes e deslocou-se caminhando entre todos os presentes, em crioulo, a língua nativa deste país das Caraíbas. Deu ênfase toda especial ao referir-se à presença da Imagem Peregrina e dos Arautos do Evangelho e seus Terciários. Quando se deu a solene Coroação da Imagem do Imaculado Coração de Maria, Monsenhor MIOT solicitou abertamente a proteção da Santíssima Virgem para o Haiti, um país conturbado com o flagelo da pobreza e os conflitos internos, que é o mais grave de todas as Américas.Dois das principais rádios locais ("Soleil" e "Tele Guinin") transmitiram ao vivo este marcante acontecimento para a comunidade católica local. O grupo ainda visitou as paróquias, Cristo Rei, St. Pierre e São Vicente de Paula. Por outro lado, o Bispo auxiliar Monsenhor Pierre Andre Dumas presidiu uma Eucaristia na Capela Saint Charbel, com o apoio e presença das famílias que freqüentam costumeiramente esta Igreja. Ela e é a principal do haitiano e é de origem libanesa. Durante a homilia Monsenhor Dumas falou da beleza com que Deus dotou a Criação e seu ponto culminante, a Virgem Santíssima. Em seguida traçou um paralelo com o carisma dos Arautos do Evangelho que é precisamente divulgar o Evangelho com toda beleza. Após a conclusão, todos os participantes rezaram o Santo Rosário, pedindo graças especiais para o Haiti, para que a Providencia resolva por fim aos graves problemas do país e reforce constantemente, no povo haitiano, sua fé. Os integrantes das famílias que planejaram e programaram esta visita fizeram questão de comentar: "Foi um verdadeiro milagre tornar possível uma iniciativa como esta, porque há alguns meses atrás teria sido absolutamente impossível, dadas as condições de instabilidade que passa o Haiti, porem, Maria Santíssima, Mãe que é, tudo resolveu para que não houvesse problema algum para seus filhos haitianos."

Nossa Senhora Aparecida será sempre a Padroeira do Brasil!


Você não ficaria profundamente entristecido se tirassem à Virgem Mãe Aparecida o título de Padroeira do Brasil?
É claro que sim! Nossa Senhora Aparecida está no coração de todos os brasileiros. É a Ela que recorremos nas horas de dificuldade e a Ela dirigimos nosso reconhecimento nos momentos de alegria.
Seria, mesmo, uma grande ingratidão para com a Mãe de Deus que o Brasil deixasse de tê-la como Mãe e Padroeira. Não é verdade que até nos sentiríamos órfãos? Mas é o que está a ponto de acontecer, se você não atuar com rapidez.
Um projeto de lei (n. 2623/2007), de autoria do deputado Victorio Galli, que está tramitando na Câmara de Deputados, vai retirar a Nossa Senhora Aparecida o afetuoso título de Padroeira do Brasil, do qual todos nós nos orgulhamos.


Você vai permitir que isso aconteça?


Temos de defender a Padroeira do Brasil!
É preciso enviar, quanto antes, milhões de mensagens à Câmara de Deputadospedindo que esse infeliz projeto de lei não seja aprovado, por ofender a Mãe de Deus e ferir a fundo os sentimentos religiosos dos brasileiros.
Para fazer chegar sua mensagem à Câmara dos Deputados, basta clicar abaixo, no lugar indicado , e escrever seu nome e endereço de e-mail. Será enviado, imediatamente, um e-mail ao relator do projeto, deputado Atila Lira, manifestando seu desejo de que Nossa Senhora Aparecida continue sendo a Padroeira do Brasil.
Ajude a ampliar esta iniciativa enviando esta página a todos os seus amigos e conhecidos.


sexta-feira, 20 de junho de 2008

Expansão do Apostolado do Oratório María Rainha dos Corações na diocese de Coimbra.


Expansão do Apostolado do Oratório María Rainha dos Corações na diocese de Coimbra.






Embora a sua origem seja anterior ao império romano, só em 1137 é que a vila de Penela recebeu seu primeiro foral pelas mãos de D. Afonso Henriques.Foi neste concelho medieval que, recentemente, esteve um casal de cooperadores dos Arautos do Evangelho a apresentar em todas as missas dominicais das diversas comunidades o oratório María Rainha dos Corações. Alguns paroquianos dinamizaram-se de tal modo que, tal como S. José, foram de casa em casa propondo que as demais famílias recebessem devotamente a imagem da Santíssima Virgem.Depois de uma homília sobre a importância de sermos coerentes com a nossa herança religiosa, o P. Dr. Pedro Carlos Lopes Miranda, vigário episcopal da região pastoral sul da diocese de Coimbra, benzeu nove oratórios María Rainha dos Corações, destinados a percorrer as famílias de Penela, Rabaçal, Podentes, Espinhal, Relvas e Cerejeiras.Juntamente com cada oratório entrega-se 30 livros de piedade, com os 20 mistérios do terço, orações para as diversas etapas do dia, ladainhas, exame de consciência e cânticos em louvor de Nossa Senhora.

Arquidiocese Bispo Auxiliar de São Paulo fala sobre as celebrações do Centenário da Arquidiocese

Notícias » Arquidiocese Bispo Auxiliar de São Paulo fala sobre as celebrações do Centenário da Arquidiocese - 16/06/2008 - 10:06

São Paulo, 11 de junho de 2008.Fiz parte da organização das celebrações do Centenário da Arquidiocese. Sou testemunha do esforço e da participação de tanta gente e, por isso, gostaria de tecer algumas considerações e esclarecimentos a partir do artigo escrito pelos senhores(*): Militarização da Fé. Os senhores afirmam que “com pompa e incenso, o santo – tendo a espada do seu martírio na mão – foi entronizado como patrono da Arquidiocese”. Eu usaria, em vez de “pompa”, o termo “solenidade” ou “dignidade”, próprias à liturgia. Lembro também que naquela imagem, o apóstolo não traz uma espada na mão, mas um pergaminho onde está escrita a frase: ‘Senhor, que devo fazer’?Os senhores afirmam que “a Igreja na metrópole é constituída por múltiplas comunidades, pastorais, organismos, movimentos, grupos, etc. Contudo, isso praticamente não foi considerado”. Isso foi considerado sim senhores; e muito. O evento foi amplamente divulgado, com insistência na participação de todos. Porém, os arautos responderam mais que outros grupos, levando milhares de pessoas. Por que outros (Comunidades, Ceb’s, paróquias, setores, padres, outros movimentos, pastorais sociais, etc...) não fizeram a mesma coisa? Não seria bonito terem levado igualmente milhares de pessoas, com camisetas iguais, por exemplo? Contudo, grupos de pastorais, movimentos, comunidades, paróquias, escolas, setor juventude, congregações, universidades, seminários, etc... foram chamados e tiveram participação no altar, no campo, nas arquibancadas, nos bastidores (sacristias) e fora do campo. Inclusive o grupo de Fé e Política pôde passar, do lado de fora, o abaixo-assinado relativo ao projeto de Lei complementar à Lei 9840 contra a corrupção eleitoral. E contaram também com a participação e ajuda dos Arautos ... Estou, no momento, em Brasília, na CNBB, e aproveito para dizer que, com a Comissão Justiça e Paz e todo o Movimento de Combate à Corrupção eleitoral, queremos levar adiante esta coleta de assinaturas. Penso que os senhores e seus grupos já estão ajudando a recolher. Envio também a nota que a CNBB elaborou sobre a Reforma Tributária, cuja proposta de emenda constitucional está tramitando.Fraternalmente, Dom Pedro Luiz StringhiniBispo auxiliar de São PauloRegião Episcopal Belém (*)Sr. Dirceu BenincáSr. Jaime Carlos Patias



Fonte: Dom Pedro Luiz Stringhini - Bispo Auxiliar de São Paulo Local:São Paulo (SP)

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Bento XVI anuncia nomeações para Vitória da Conquista e Frederico Westphalen

CNBB - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil

Bento XVI anuncia nomeações para Vitória da Conquista e Frederico Westphalen
quarta - 11 de junho de 2008O bispo de Afogados da Ingazeira (PE), dom Luiz Gonzaga Silva Pepeu, 51, é o novo arcebispo da arquidiocese de Vitória da Conquista (BA), vacante desde abril do ano passado. O anúncio foi feito nesta quarta-feira, 11, pelo papa Bento XVI que nomeou, também, o padre Antônio Carlos Rossi Keller o novo bispo para a diocese de Frederico Westphalen, no Rio Grande do Sul, vacante desde março de 2006.Dom Luiz Gonzada, da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos (OFMCap), estava na diocese de Afogados da Ingazeira desde outubro de 2001. Tem como lema episcopal o texto do profeta Jeremias “Não temas, estou contigo” (Jr 1,8). Ele é membro efetivo da Comissão Episcopal dos Tribunais Eclesiásticos de Segunda Instância da CNBB e do Conselho Econômico no Regional Nordeste 2 (Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte).Padre Antônio CarlosO novo bispo de Frederico Westphalen é natural de São Paulo. Ordenado em junho de 1977, padre Antônio Carlos, 55, cursou filosofia no Seminário Santo Cura d’Ars e Teologia na Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção, em São Paulo. Exerceu as funções de vigário paroquial no Santuário Nossa Senhora da Penha, em São Paulo; membro nomeado pela CNBB para a Comissão bi lateral Anglicana-Católica Romana e professor no Instituto São Boaventura, na diocese de Santo Amaro.Atualmente, além de pároco de Santo Antônio do Limão, na Região Episcopal Santana, em São Paulo, padre Carlos é diretor espiritual no Seminário Santo Cura d’Ars da Arquidiocese de São Paulo; professor no Seminário Arquidiocesano Propedêutico e no Instituto Filosófico Aristotélico Tomista dos Arautos do Evangelho.

sábado, 7 de junho de 2008

A beleza na liturgia



Função da liturgia é abrir espaço para a Beleza

Arautos Diáconos em função litúrgica, na Dedicação
da igreja de Nosa Senhora do Rosário de Fátima dos Arautos do Evangelho.


Afirma o arcebispo responsável pelo setor de liturgia da CNBB


por Alexandre Ribeiro
RIBEIRÃO PRETO, terça-feira, 3 de junho de 2008 (ZENIT.org).

A arquidiocese de Ribeirão Preto (São Paulo) inicia a semana de festividades do centenário de sua criação como diocese com um convite à reflexão sobre a beleza na liturgia.O arcebispo local, Dom Joviano de Lima Júnior, SSS, abriu ontem um Simpósio Teológico sobre a Eucaristia, com o tema «A manifestação da beleza e a celebração do mistério».Segundo Dom Joviano, que é o responsável pelo setor de liturgia da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), o «impacto da beleza nos revela a ternura de Deus em cores, luzes e sons, a partir do que os nossos olhos contemplam na natureza».Na Eucaristia --afirmou o arcebispo na abertura do evento--, «a natureza aparece transformada, o trigo em pão, a uva em vinho, a árvore em mesa, o algodão em toalha, a cera das abelhas em vela».Dom Joviano considera que não se pode apreciar devidamente a Eucaristia «se a sua celebração não estiver impregnada do encanto da beleza».«A alegria da beleza tem a propriedade de produzir a bondade», afirmou, enfatizando que «a função da liturgia é abrir espaço para a Beleza, para a bondade que salva».Ainda de acordo com o arcebispo, é função do rito «fazer a passagem de uma situação caótica ou de dispersão para uma nova realidade que integra o que está disperso e dá significado à existência».«O rito alarga a compreensão da realidade que nos envolve e nos propõe o mistério na sua totalidade.»«O rito, como a beleza, necessita de tempo, espaço, proximidade e atenção para transformar o que é meramente exterioridade em interioridade.»E, para isso --destaca Dom Joviano--, «recorre à memória e à repetição de certos gestos, palavras e símbolos, atuando nas três dimensões da temporalidade: o presente, o passado e o futuro».«A ritualidade litúrgica revela uma Igreja, reunida em nome do Senhor, que busca o divino, a graça, a salvação, “o invisível” na fragilidade do humano.»«Busca “nas coisas que passam, as que não passam”. O que nos é dado a ver, nos é dado a viver. Na liturgia, beleza e ritualidade se encontram», afirma.FestaUm concerto musical celebrará o centenário da diocese, no dia 7 de junho. No palco do Theatro Dom Pedro II, em Ribeirão Preto, ressoará um repertório selecionado, que inclui a apresentação do núncio Apostólico, Dom Lorenzo Baldisseri, que é pianista.Se apresentarão ainda solistas da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto; Madrigal Ademus da USP (Universidade de São Paulo); corais da UNESP (Universidade Estadual Paulista, de Franca e Jaboticabal); e da soprano Yuka de Almeida Prado; sob a regência de Cristina Emboaba.O público ouvirá obras de Villa-Lobos, Debussy, Chopin, Händel e o Te Deum de Manuel Dias de Oliveira.