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quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Procisssão em honra de São Francisco de Assis



Procisssão em honra de São Francisco de Assis ROMA (Arautos do Evangelho) –








A memória litúrgica de São Francisco de Assis, padroeiro da Itália é celebrada pela Igreja Católica a 4 de outubro.




Em Roma, a festa foi comemorada pela paróquia de San Francesco de Ripa – primeira igreja dedicada a São Francisco, depois da Basílica de Assis – com a celebração de Vésperas, além de uma procissão pelas ruas do Trastevere e a celebração de uma solene Eucaristia. Após o que os bersaglieri (corpo de infantaria do exército italiano, que se desloca de bicicleta) deram um concerto musical no átrio da igreja.Ao vir para Roma, em 1210, São Francisco deixou atrás de si uma pequena comunidade de irmãos. Na época, existia um hospício tendo anexo a uma pequena igreja, que dependia dos beneditinos de San Cosimato (existe um vínculo constante entre os filhos de São Bento e São Francisco) onde eram acolhidos os doentes e os peregrinos provenientes do vizinho porto de "Ripa grande".O conjunto das construções foi cedido em 1220 aos filhos de São Francisco, reconstruído graças à generosidade da família Anguillara e dedicado ao santo de Assis. Através da sacristia pode-se ainda hoje ter acesso ao pobre alojamento utilizado por São Francisco.Procession en l'honneur de saint François d'AssiseRome (Hérauts de l'Évangile) - La mémoire liturgique de saint François d'Assise, patron de l'Italie est célébrée le 4 octobre dans toute l'Église catholique.À Rome, la paroisse de San Francesco a Ripa, première église dédiée à saint François après la basilique d'Assise, a célébrée cette fête par la récitation des vêpres, une procession dans les rues du Trastevere et une Messe solennelle. Les bersaglieri ont ensuite offert un concert de musique sur le parvis.Lorsque saint François vint à Rome, en 1210, il résida en ce lieu et laissa derrière lui une petite communauté de frères. Il n'y avait alors rien d'autre qu'un hospice, avec, en annexe, une petite église (elle dépendait des bénédictins de San Cosimato: il y a un lien constant entre saint Benoît et saint François), où étaient logés les malades et les pèlerins qui débarquaient dans le port voisin de "Ripa grande". L'ensemble des constructions, cédé en 1229 aux fils de saint François, fut reconstruit grâce aux Anguillara et dédié au saint d'Assise. De la sacristie, on peut encore aujourd'hui monter dans le misérable logement de saint François.Procesión en homenaje de San Francisco de Asís en RomaROMA (Heraldos del Evangelio).- La fiesta litúrgica de San Francisco de Asís, patrono de Italia es celebrada por la Iglesia católica el 4 de octubre.En Roma, la festividad fue conmemorada por la parroquia de San Francesco de Ripa --primera iglesia dedicada a San Francisco, después de la Basílica de Asís- con la recitación de Vísperas, además de una gran procesión por las calles del Trastevere y la celebración de una solemne eucaristía. Posteriormente, los bersaglieri (cuerpo de infantería del Ejército italiano que se desplaza en bicicleta) presentaron un concierto musical en la plazoleta frente a la iglesia.Al venir a Roma, en 1210, San Francisco dejó atrás de sí una pequeña comunidad de hermanos. En la época, existía un hospicio teniendo a su lado una pequeña iglesia, que dependía de los benedictinos de San Cosimato (existe un fuerte vínculo entre los hijos de San Benito y San Francisco) donde eran acogidos los enfermos y los peregrinos provenientes del vecino puerto de "Ripa Grande". El conjunto de las construcciones fue cedido en 1220 a los hijos de San Francisco, reconstruído gracias a la generosidad de la familia Anguillara y dedicado al santo de Asís. A través de la sacristía, hasta hoy se puede tener acceso al pobre alojamiento utilizado por San Francisco.


segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Fundador dos Arautos do Evangelho é nomeado cônego da Basílica Papal de Sta. Maria

Fundador dos Arautos do Evangelho é nomeado cônego da Basílica Papal de Sta. Maria Maior.

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14 de setembro de 2008 (Arautos do Evangelho) –

Hoje de manhã, Mons. João Scognamiglio Clá Dias, EP, fundador e presidente-geral de Arautos do Evangelho, associação internacional de fiéis de direito pontifício, foi admitido no Cabido Liberiano da Basílica Papal de Santa Maria Maior.Mons. João Clá Dias, EP, foi criado cônego honorário da referida Basílica Papal, por Bula do Papa Bento XVI, tendo sido admitido perante o Cabido, presidido pelo arciprestre, o Emmo. Cardeal Francis Bernard Law, numa solene cerimônia realizada às 9:00 na Capela Sforza. Em seguida, procedeu-se à Celebração Eucarística, no altar papal, presidida pelo Emmo. Cardeal Law e concelebrada por Mons. João Clá, pelos membros do Cabido Liberiano e numerosos sacerdotes. Os fiéis lotaram completamente a grandiosa Basílica para assistir à celebração da Eucaristia.A origem do Cabido Liberiano remonta ao século XII, contando atualmente com 31 Cônegos, 7 dos quais são honorários. Por tratar-se de uma Basílica Papal, os membros do Cabido são criados pelo Sumo Pontífice, sendo-lhes conferida a dignidade de Protonotários Apostólicos supranumerários.
Santa Maria Maior é uma das quatro basílicas papais de Roma, junto com a de São Pedro, São João de Latrão e São Paulo Extramuros. A construção iniciou-se no ano de 360, por iniciativa do Papa Libério, mas quem lhe deu um impulso decisivo foi o Papa Sixto III, no século V, pouco depois de ter sido definido o dogma da Maternidade Divina da Santíssima Virgem, no Concílio de Efeso. Nesta histórica e belíssima basílica, encontram-se expostas à veneração dos fiéis algumas das mais veneráveis relíquias da Cristandade: as tábuas da Manjedoura do Presépio, em que repousou Jesus Menino na noite de Natal.Uma das interessantes características de Sta. Maria Maior é a de ter o campanário mais alto de Roma, com cerca de 75 m de altura.

Fonte: TV Arautos

terça-feira, 19 de agosto de 2008

"Minha fé me salvou"

TESTEMUNHO DE FÉ



A 2 de junho, junto ao avião que a trouxe da selva, Ingrid Betancourt rezava de joelhos um Pai-Nosso e uma Ave Maria, em companhia de outros reféns libertados. Nas mãos trazia o rosário que fizera com botões, em lugar das costumeiras contas. Esse mesmo rosário a acompanhou à França e ficou em suas mãos durante o encontro com o presidente francês Nicholas Sarkozy.Libertada de seu cativeiro com as FARC, a política colombiana acorreu ao Santuário de Lourdes, na França, e à Basílica de Sacré-Coeur, em Paris, para "dar graças a Deus".Nessa ocasião concedeu uma entrevista exclusiva, em profundidade, ao semanário católico francês, Pélerin, em que falou de sua fé, de seu encontro com a Bíblia, com Jesus e com Maria.




No site do semanário, na web (http://www.pelerin.info/, foi publicada parte da entrevista, como segue abaixo.




Ingrid Betancourt; "Minha fé me salvou"
A ex-refém mais famosa do mundo dirigiu-se à Basílica de Sacré-Coeur de Montmartre no domingo, 6 de julho, para agradecer a Jesus e á Virgem Maria sua libertação. Depois de rezar, Ingrid Betancourt concedeu uma entrevista a Pélerin para dizer como sua fé se manifestou nos momentos mais dolorosos de seu cativeiro.
Era domingo, seis de julho, á noite, por ocasião da missa das 22 horas celebrada na Basílica de Sacré- Coeur , que domina Paris, do alto de Montmartre. Ingrid tinha se proposto fazer esta peregrinação com seus familiares: os filhos Mélanie e Lorenzo, a mãe Yolanda, a irmã Astrid e alguns outros, porque queria cumprir a promessa feita durante o cativeiro: agradecer antes de tudo a Jesus e à Virgem Maria por lhe terem concedido a libertação.
Foi na capela situada atrás do coro da basílica que ela e sua família fizeram suas preces. Apesar do adiantado da hora e do cansaço, Ingrid aceitou dar declarações aos leitores de Pèlerin, durante mais de meia-hora. Ela falou da fé que a sustentou na provação, de seu amor por Jesus e por Maria, suas leituras da Bíblia e do Evangelho, que lhe deram a força para não ceder ao ódio contra seus captores.
Seu primeiro gesto como mulher livre foi o sinal da cruz, suas primeiras palavras foram para agradecer a Deus e à Virgem Maria. Por que sentiu essa necessidade?
Enquanto estava no cativeiro, tomei a resolução de que, assim que fosse libertada, agradeceria em primeiro lugar ao Senhor. Por que? Porque se não tivesse o Senhor a meu lado, não penso que conseguisse crescer na dor. Ser refém o coloca numa situação de constante humilhação. Você é vítima de completa arbitrariedade, conhece o que há de mais vil na alma humana. Diante disso, há dois caminhos: ou deixar-se enfeiar, tornar-se amargo, agressivo, vingativo, com o coração repleto de rancor; ou escolher o outro caminho, aquele que Jesus nos mostrou. Ele nos pede: "Abençoe teu inimigo". Cada vez que eu lia a Bíblia, eu sentia que essas palavras se endereçavam a mim, como se Ele estivesse a minha frente, sabendo o que devia me dizer. E aquilo ia direto ao meu coração. !
Claro que reconheço que quando o inimigo é atroz, é difícil ser-se fiel a estas palavras. Contudo, desde que comecei a fazer o exercício de pronunciar "Abençoe teu inimigo" – embora tivesse desejo de dizer o contrário – foi mágico, havia como que uma espécie de... de alívio. E o horror simplesmente desaparecia. Coisas como essa eu poderia contar por dias e dias. Eu sei, eu sinto que houve uma transformação em mim e esta transformação eu a devo a esse contato, a esta capacidade de escutar aquilo que Deus queria para mim. Foi um diálogo constante com Deus, através do Evangelho!
Esta fé que a carregou durante todos esses anos estava lá desde os primeiros dias? Houve algum acontecimento especial? Um pensamento particular a fez voltar-se para Deus?
Eu vou lhe contar uma história em dois tempos, que quase me faria rir, tão perfeitamente me recordo desses episódios. No início de meu cativeiro, disse a mim mesma: " Bem, vou passar meses e meses aqui, então vou ler a Bíblia", que eu não conhecia. Abrindo-a, caí nas epístolas de São Paulo. Eu o cito de memória, é mais ou menos assim: " Podes pedir o que quiseres, que de todo o modo o Espírito Santo pedirá melhor, porque Ele sabe melhor aquilo que necessitas". Quando li isso, gritei: "Meu Deus, está bem, mas o que eu quero eu sei, é ficar livre!" Seis anos depois, relendo essa mesma epístola, eu enfim compreendi: "Felizmente, o Espírito Santo estava lá para rezar por mim, porque sou incapaz de pedir o que é preciso".
E essa fé nunca a deixou? Não sentiu momentos de abandono, de solidão?
No primeiro ano, é verdade, fiquei lutando contra Deus. Eu me queixava terrivelmente a Ele da morte de meu pai. Eu Lhe dizia: "Por que me fizeste isso, se sabes que Te adoro? Por que me castigas? Só depois compreendi que devia agradecer a Ele por ter levado meu pai, porque ele nunca poderia suportar esses seis anos de horror. Portanto sim, posso dizer que minha fé foi constantemente aumentando.É curioso, mas é como se coisas acontecessem para que eu compreendesse outras; Preciso lhes contar minha descoberta de Maria. Papai tinha uma grande devoção pela Virgem, mas devo confessar que na época, ela não me dizia nada. Digamos que não era uma imagem de mulher que me inspirasse.
Depois, durante o cativeiro, eu reli os Evangelhos e fui tomada de admiração por ela. Sem dúvida, para compreender a Virgem, é necessário ter vivido mais, ter adquirido uma certa maturidade. E eu comecei a achar verdadeiramente sensacional esta jovem que aceitou ter um filho, embora tivesse um plano de vida totalmente diferente. E ela correu todos os riscos. Para muitos cristãos, essas são coisas bem conhecidas, mas para mim, foi uma descoberta. Descobri uma Maria forte, uma Maria inteligente, uma Maria que tinha senso de humor.
Vou confessar: como dizem os canadenses, caí de amores por Maria lendo o Evangelho de São João, quando ele conta as bodas de Caná. Acho extraordinário o diálogo entre Maria e Jesus. Esta cumplicidade entre eles é genial. Apesar de todas as razões que Jesus expõe à sua mãe, ele já sabe que ele vai fazer o que ela quer, que ele transformará a água em vinho por amor a ela. Lendo essa passagem, não pude deixar de pensar em minha relação com meu filho Lorenzo.
Você se propôs a vir, esta noite, à Basílica de Sacré-Coeur? Qual o sentido dessa peregrinação?
Durante quase sete anos, fiz muitas promessas à Virgem e vou lhe contar uma coisa de especial importância para mim. Em 1º de junho, escutando a Rádio Católica Mundial, aprendi que o mês de junho é aquele em que se celebra o Sagrado Coração de Jesus. Ora, na última vez que estive com meu pai, na véspera de minha captura, estávamos no quarto dele, sentados junto a uma imagem do Sagrado Coração. Pegando minha mão e olhando para a imagem, papai pediu: " Sagrado Coração, toma conta de meu coração, de minha filha". Assim, quando escutei falar sobre o Sagrado Coração de Jesus no rádio, imediatamente prestei atenção.
Naquele momento, eu ainda não conhecia a história de Santa Margarida-Maria – de fato, acabei de aprender o nome dela. Mas compreendi que se como ela, alguém se consagrasse ao Sagrado Coração de Jesus, receberia muitas graças. Lembro-me de uma graça em particular, aquela de Jesus prometendo tocar os corações duros que nos fazem sofrer. Então, fiz esta oração: "Meu Jesus, eu vou Te pedir algo bem concreto. Não sei o que significa exatamente, consagrar-se ao Teu Sagrado Coração. Mas se Tu me anunciares, no decorrer do mês de junho, que é o Teu mês, a data da minha libertação, eu serei toda Tua".
E no dia 27 de junho, um comandante da guerrilha entra no acampamento e nos ordena preparar nossa coisas, porque talvez um dentre nós fosse ser libertado. Quando ele disse isso, pensei: "Aí está. Chegou a hora". Minha libertação aconteceu de forma muito diferente, mas o fato é que Jesus teve palavra: eu vi um milagre.





Fonte: Pèlerin.info





Tratução : A FAMÍLIA CATÓLICA, sem aprovação do autor --Postado por . A Família Católica

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Congresso Internacional


V Congresso internacional dos Cooperadores dos Arautos do Evangelho


São Paulo, 28/07/2008 (TV Arautos).- Nos dias 25 a 27 de julho, realizou-se o V Congresso internacional dos Cooperadores dos Arautos do Evangelho, que contou com a participação delegações vindas de 23 países.
A abertura do Congresso deu-se com a Solene Coroação da Imagem do Imaculado Coração de Maria. Logo após houve a Concelebração Eucarística presidida pelo Pe. João Clá, que contou com a participação do Decano de Direito Canônico da Pontifícia Universidade São Tomás de Aquino (Angelicum), Pe. Bruno Esposito, O.P.
Os 800 participantes também tiveram a oportunidade de aprofundarem a temática dos novíssimos do homen (morte, juízo, céu, inferno). As palestras e teatros mostraram como é benéfico se acercarem de tão importante tema. Além disso, essas meditações ensinaram uma fundamental baliza de conduta: “Em todas as tuas obras, lembra-te dos teus novíssimos, e não pecarás eternamente” (Eclo. 7, 40).

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

50 anos de sacerdócio

Prefeito da Congregação para o Clero celebra 50 anos de sacerdócio









O Cardeal Dom Cláudio Hummes, Prefeito da Sagrada Congregação para o Clero e arcebispo emérito de São Paulo, celebrou hoje na capital paulista 50 anos de sua ordenação sacerdotal.Com a Catedral Metropolitana repleta de fiéis, e com a assistência de mais de 20 arcebispos e bispos, a liturgia de ação de graças contou com a presença do arcebispo metropolitano Cardeal Dom Odilo Scherer, que sucedeu Dom Hummes no governo da arquidiocese.Entre os eclesiásticos se destacavam o arcebispo de Aparecida, Dom Raymundo Damasceno de Assis, que assistiu na qualidade de presidente do Celam (Conselho do Episcopado Latino-americano) e do Cardeal Eusébio Oscar Scheid, arcebispo do Rio de Janeiro. Também participaram a totalidade dos bispos auxiliares desta arquidiocese, uma das três maiores do mundo, com seis milhões de católicos. Encontravam-se, além do mais, numerosos movimentos, congregações, comunidades, delegações paroquiais e membros de outros credos, tanto cristãos como não cristãos.Por parte das autoridades do governo, estiveram presentes os representantes do Presidente da República e do governador do Estado de São Paulo, além da presença do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.Nas palavras de boas-vindas o Cardeal Scherer destacou os frutíferos 50 anos de sacerdócio do Cardeal Hummes ao serviço da Igreja, desde sua ordenação em 3 de agosto de 1958 na diocese de Divinópolis, no Estado de Minas Gerais, ingressando na Ordem Franciscana, até haver chegado ao cardinalato e de estar à frente da Congregação para o Clero.Na continuação foi lida uma mensagem do Papa Bento XVI. Nesta saudação o Santo Padre fez referência ao empenho do Cardeal Hummes no desenvolvimento de seu trabalho pastoral. Insistiu nos reconhecimentos feitos pelos Papas Paulo VI, João Paulo II e Bento XVI. “Os padres, os leigos e até os meninos descobriam seus espírito franciscano para levar o Evangelho a todos, utilizando os mais modernos meios”, escreveu o Santo Padre. O Sumo Pontífice recordou também os trabalhos que atualmente desenvolve o Cardeal Hummes na Congregação para o Clero e os demais dicastérios da cúria romana. Conclui a mensagem enviando sua bênção apostólica.Durante a homilia, o Cardeal Hummes explicou que ao cumprir 50 anos de sacerdócio se pode dizer com propriedade que se trata de um Jubileu. E para ilustrar o sentido de um jubileu remontou à época do Antigo Testamento, quando o povo judeu os celebrava de acordo com a Lei Mosaica, a cada 50 anos. Esse ano era chamado de ano santo.“Era tempo de renovar os compromissos de aliança e de pedir perdão a Deus e ao próximo por dívidas, pelas ofensas e pelas infidelidades”, disse o purpurado.“Para todos nós e para mim este jubileu significa louvar a Deus por este grande dom que me deu e que na realidade se traduz em servir. Quero me unir à Santíssima Virgem, que quando visitou a sua prima Santa Isabel cantou o Magnificat, que significa ‘Só Deus é grande’.”No transcurso destes 50 anos de sacerdócio e como pastor o Cardeal Hummes passou também por numerosas contrariedades e dificuldades: “Deus foi generoso todos estes anos. Porém essas cruzes que são aceitas por amor de Deus são também um motivo de felicidade”.Recordando que este domingo a Igreja celebra o Dia do Sacerdote, concluiu: “hoje mais do que nunca rezo pelos sacerdotes. Tenho sob minha responsabilidade 407 mil sacerdotes do mundo inteiro. Lamentavelmente, há um pequeníssimo número deles que comentem erros. Porém 98% são pessoas dignas que se dedicam incansavelmente e gastam suas vidas pelo povo e por Deus. A sociedade depende muito dos sacerdotes, que são aqueles que, diariamente, conduzem as pessoas a Jesus Cristo. São eles que se dedicam ao pastoreio e convocam os fiéis aos sacramentos, sobretudo à Eucaristia.” Fonte: TV Arautos

Prefecto de la Congregación para el Clero celebró 50 años de sacerdocio. São Paulo, Brasil (3/08/2008).- El Cardenal Claudio Hummes, Prefecto de la Sagrada Congregación para el Clero y arzobispo emérito de São Paulo celebró hoy en esta ciudad los 50 años de su ordenación sacerdotal. Con la Catedral Metropolitana de São Paulo abarrotada de fieles, y la asistencia de más de 20 arzobispos y obispos, la liturgia de acción de gracias contó con la presencia del arzobispo cardenal Odilo Pedro Scherer, quien sucedió en el gobierno de la arquidiócesis a Monseñor Hummes. Entre los eclesiásticos se destacaban el arzobispo de Aparecida, Monseñor Raymundo Damasceno de Assis, que asistió en calidad de presidente del CELAM (Consejo del Episcopado Latinoamericano) y del cardenal Eusebio Oscar Scheid, arzobispo de Rio de Janeiro. También participaron la totalidad de los obispos auxiliares de esta arquidiócesis, una de las tres más grandes del mundo, con 6 millones de católicos.Se encontraban también numerosos movimientos, congregaciones, comunidades, delegaciones parroquiales y miembros de otros credos tanto cristianos como no cristianos. Por parte de las autoridades de gobierno, concurrieron representantes del Presidente de la República y del gobernador del Estado de São Paulo. Concurrió, asimismo el alcalde de São Paulo, Gilberto Kassab. En las palabras de bienvenida el Cardenal Pedro Odilo Scherer destacó los fructíferos 50 años de sacerdocio del Cardenal Hummes al servicio de la Iglesia, desde su ordenación un 3 de agosto de 1958 en la diócesis de Divinópolis, en el Estado de Minas Gerais, ingresando a la Orden Franciscana, hasta haber llegado al cardenalato y de estar al frente de la Congregación para el Clero. A continuación fue leido un mensaje del Papa Benedicto XVI. En este saludo el Santo Padre hizo referencia al empeño del cardenal Hummes en el desarrollo de su trabajo pastoral. Hizo hincapié en los reconocimientos hechos por los Papas Paulo VI, Juan Pablo II y Benedicto XVI. "Los padres, los laicos y hasta los niños descubrían su espírtu franciscano para llevar el Evangelio a todos, utilizando los más modernos medios”, escribió el Santo Padre. El Sumo Pontífice recordó también las labores que actualmente desarrolla el Cardenal Hummes en la Congregación para el Clero y los demás dicasterios de la curia romana, enviando su bendición apostólica. Durante su homilía el Cardenal Claudio Hummes explicó que al cumplir 50 años de sacerdocio, se puede decir con propiedad que se trata de un Jubileo. Y, para ilustrar el sentido de un jubileo se remontó a la época del antiguo testamento cuando el pueblo judío los celebraba de acuerdo a la Ley Mosaica cada 50 años. Ese año era llamado de año santo. "Era un tiempo de renovar los compromisos de la alianza y de pedir perdón a Dios y al prójimo por las deudas, por las ofensas y por las infidelidades" dijo el purpurado. "Para todos nostros y para mí este Jubileo significa alabar a Dios por este gran don que me dio y que, en realidad se traduce en servir. Me quiero unir a la Santisima Virgen, que cuando visitó a su prima Santa Isabel cantó el Magnificat, que significa Sólo Dios es grande", afirmó.
En el transcurso de estos 50 años de sacerdocio, y como pastor el Cardenal Hummes pasó también por numerosas contrariedades y dificultades: "Dios fue generoso todos estos años. Pero, esas cruces que son aceptadas por amor de Dios, son también un motivo de felicidad".
Recordando que este domingo la Iglesia celebra el Día del Sacerdote concluyó: "Hoy más que nunca rezo por los sacerdotes. Tengo bajo mi responsabilidad 407 mil sacerdotes del mundo entero. Lamentablemente, hay un pequeñísimo número de ellos que cometen errores. Pero el 98% son personas dignas que se dedican incansablemente y gastan sus vidas por el pueblo y por Dios. La sociedad depende mucho de los sacerdotes, que son aquellos en diariamente, conducen las personas a Jesucristo. Son ellos que se dedican al pastoreo y convocan a los fieles a los sacramentos, sobre todo para la Eucaristía". Fuente TV Arautos

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Indulgências no ano Paulino



L'OSSERVATORE ROMANOEdição Brasileira – Nº 20 – 17 de Maio de 2008 Decreto da Penitenciaria ApostólicaIndulgências especiais para o Ano Paulino Iniciará no dia 28 de Junho e Bento XVI concedeu especiais indulgenciasmediante este documento PAENITENTIARIA APOSTOLICA URBIS ET ORBIS DECRETO.




Por ocasião dos dois mil anos do nascimento do Santo Apóstolo Paulo, são concedidas especiais Indulgências. Na iminência da solenidade litúrgica dos Príncipes dos Apóstolos, o Sumo Pontífice, animado por pastoral solicitude, deseja providenciar tempestivamente os tesouros espirituais a fim de conceder aos fiéis para a própria santificação, de modo que eles possam renovar e reforçar, com fervor ainda maior nesta piedosa e feliz ocasião, propósitos de salvação sobrenatural já a partir das primeiras Vésperas da citada solenidade, principalmente em honra do Apóstolo das Nações, do qual agora se aproximam os dois mil anos do nascimento terreno. Na verdade o dom das Indulgências, que o Romano Pontífice oferece à Igreja Universal, aplana a estrada para alcançar em sumo grau a purificação interior que, enquanto honra o Beato Paulo Apóstolo, exalta a vida sobrenatural no coração dos fiéis e impele-os docemente a produzir frutos de boas obras. Portanto, esta Penitenciaria Apostólica, à qual o Santo Padre confiou a tarefa de preparar e redigir o Decreto sobre a concessão e a obtenção das Indulgências que serão válidas por toda a duração do Ano Paulino, com o presente Decreto, emitido em conformidade com a vontade do Augusto Pontífice, benignamente concede as graças que em seguida são enumeradas:


I. – A todos os fiéis cristãos deveras arrependidos que, devidamente purificados mediante o Sacramento da Penitência e restaurados pela Sagrada Comunhão, de modo piedoso visitarem em peregrinação a Basílica papal de São Paulo na Via Ostiense e rezarem segundo as intenções do Sumo Pontífice, é concedida e dispensada a Indulgência plenária da pena temporal pelos seus pecados, uma vez obtida por eles a remissão sacramental e o perdão das próprias faltas. A Indulgência plenária poderá ser obtida pelos fiéis cristãos, quer para eles próprios quer para os defuntos, todas as vezes que forem realizadas as obras ordenadas; permanecendo, todavia, inalterada a norma pela qual se pode obter a Indulgência plenária só uma vez por dia. A fim de que as orações elevadas durante essas visitas sagradas depois conduzam e solicitem de modo mais intenso os ânimos dos fiéis à veneração da memória de São Paulo, fica estabelecido e disposto quanto segue: os fiéis, além de elevar as próprias súplicas diante do Santíssimo Sacramento, cada um de acordo com a própria piedade, deverão deter-se no altar da Confissão e devotamente recitar o «Pai-Nosso» e o «Credo», acrescentando piedosas invocações em honra da Bem-Aventurada Virgem Maria e de São Paulo. Esta devoção seja sempre estreitamente unida à memória do Príncipe dos Apóstolos São Pedro.


II. – Os fiéis cristãos das várias igrejas locais, ao cumprirem as habituais condições (Confissão sacramental, Comunhão eucarística e Oração segundo as intenções do Sumo Pontífice), excluído qualquer apego ao pecado, poderão obter a Indulgência plenária se participarem com devoção na sagrada função ou numa prática realizada publicamente em honra do Apóstolo das Nações: nos dias da solene abertura e encerramento do Ano Paulino, em todos os lugares sagrados; em outros dias determinados pelo Ordinário do lugar, nos locais sagrados intitulados a São Paulo e, para a utilidade dos fiéis, em outros designados pelo mesmo Ordinário.


III. – Enfim, os fiéis impedidos por doença ou outra legítima e relevante causa, sempre com o ânimo destacado de todo o pecado e com o propósito de cumprir as habituais condições logo que seja possível, poderão também obter a Indulgência plenária, contanto que se unam espiritualmente a uma celebração jubilar em honra de São Paulo, oferecendo a Deus as suas oracões e sofrimentos pela unidade dos Cristãos. Depois, para que os fiéis possam mais facilmente participar nestes favores celestiais, os sacerdotes aprovados pela autoridade eclesiástica competente para a escuta das confissões se prestem, com ânimo pronto e generoso, a acolhê-las. O presente Decreto tem validade só durante o Ano Paulino. Não obstante qualquer disposição contrária. Dado em Roma, na sede da Penitenciaria Apostólica, a 10 de Maio, ano da encarnação do Senhor de 2008, Vigília de Pentecostes.

CARD. JAMES FRANCIS STAFFORD Penitenciário-
Mor + GIANFRANCO GIROTTI, O.F.M. Conv. Regente

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Livro de Bento XVI, Jesus de Nazaré, supera os 2,5 milhões exemplares vendidos.




VATICANO: 13/06/2008


Livro de Bento XVI, Jesus de Nazaré, supera os 2,5 milhões exemplares vendidos


A agência ANI informou que o livro do Papa Bento XVI, Jesus de Nazaré, já superou os 2,5 milhões de exemplares vendidos em pouco mais de um ano. Por esta razão, a editorial católica maior da Europa, Herder, decidiu voltar a imprimir uma série de textos do Santo Padre. Conforme a mencionada agência, toda a obra do então Cardeal Joseph Ratzinger se publicará em 13 volumes. O primeiro estará nas livrarias para fim de ano.
Segundo ANI, a popularidade do Papa também aumentou que as vendas de suas encíclicas:

- "Deus caritas est" e "Spe Salvi".

Além disso, existe uma crescente demanda pelos trabalhos produzidos pelo então Cardeal Joseph Ratzinger. A edição britânica do livro será publicada pelos mesmos publicitários de Harry Potter.

Entrevista com Dom Odilo P. Scherer




Arquidiocese Entrevista com Dom Odilo P. Scherer, recém nomeado membro da Congregação para o Clero - 18/06/2008 - 14:40


O Cardeal Arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Pedro Scherer, foi recentemente nomeado, pelo Papa Bento XVI, membro da Congregação para o Clero. E concedeu, nessa ocasião, uma entrevista exclusiva à TV Arautos. Esta arquidiocese, que conta com cerca de 6 milhões de católicos, é uma das maiores do mundo, exigindo de seus pastores um grande dinamismo e um profundo espírito eclesial.


TV Arautos (TVA): O Cardeal Arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Pedro Scherer foi nomeado pelo Vaticano como membro da Congregação para o Clero. Dom Odilo, o que representa participar desta comissão?Dom Odilo Pedro Scherer: Os Cardeais participam de uma ou de mais comissões, conselhos ou congregações da Cúria Romana. A Cúria Romana é aquele grande organismo de assessoria, de serviço para a missão do Papa, de colaboradores, que são diretamente as pessoas que trabalham para o Papa. E, claro, cada congregação, cada comissão da Cúria Romana é formada por muitos membros que não estão em Roma, mas que de vez em quando são chamados para alguma reunião, para participar da discussão de algum tema. A minha nomeação para a Congregação para o Clero exatamente significa isso: como membro da Congregação para o Clero, de vez em quando, eu serei chamado a participar de alguma reunião, das reuniões plenárias da Congregação, onde se discute uma série de assuntos para serem depois submetidos à decisão do Papa.

TVA: Efetivamente no Brasil, o senhor vai atuar de alguma maneira, como será este trabalho?Dom Odilo: Não. Isso não tem repercussão direta no meu trabalho, no Brasil. Eu continuo normalmente Arcebispo de São Paulo. Meu trabalho é como Arcebispo de São Paulo, sem responsabilidade sobre o clero, no Brasil, de modo geral. Eu sou responsável pelo clero da Arquidiocese de São Paulo, assim como cada Arcebispo, ou Bispo, é responsável pelo clero de sua diocese.




TVA: O senhor estava em Brasília quando recebeu a notícia. Como foi?
Dom Odilo: De fato, a notícia foi publicada durante a reunião do Conselho Permanente, em Brasília. Mas eu já tinha recebido, através da Nunciatura Apostólica, alguns dias antes, esta comunicação. Ela, então passou a ser pública no momento em que a CNBB publicou.




TVA: Fazendo um resumo da vida do senhor neste último ano, aconteceu muita coisa. O senhor nomeado Arcebispo, depois Cardeal e agora representante da Congregação para o Clero...
Dom Odilo: Sim, em um ano aconteceram muitas coisas. Foi um ano muito cheio de novidades, de trabalhos, mas é assim a vida. Como Arcebispo de São Paulo, a gente também é carregado por toda a situação da cidade de São Paulo, que é uma cidade imensa, uma cidade importante. E, por isso mesmo, a minha nomeação para a Arquidiocese de São Paulo naturalmente é o motivo, digamos assim, de todos estes outros envolvimentos que vão chegando, porque São Paulo é importante. A Arquidiocese de São Paulo é uma Arquidiocese expressiva, e é claro, a gente vai sendo envolvido neste movimento todo. São Paulo recebeu a visita do Papa e, eu tive que acolher o Papa, logo após a minha posse. São Paulo comemorou 100 anos de existência de uma Arquidiocese e tivemos que tomar as iniciativas junto com os outros Bispos Auxiliares e, naturalmente, toda a comunidade católica de São Paulo. E assim por diante. Agora, temos o ano de São Paulo, o Ano Paulino que será aberto no dia 29 de junho, para nós, aqui em São Paulo. E vamos ter uma programação bonita, também, uma proposta interessante para toda a Arquidiocese de São Paulo que quer honrar o Ano Paulino, já que o Apóstolo São Paulo agora também é patrono da Diocese. Então, sim, um ano muito movimentado, mas porque São Paulo é dinâmica, e a cidade é movimentada e queremos que a Igreja de São Paulo acompanhe a vida da cidade.




TVA: E cresça junto?Dom Odilo: Cresça junto, possa estar presente, possa atuar na vida da cidade de São Paulo. E, naturalmente, como Igreja, poder fazer a presença, o testemunho de Igreja, testemunho de Deus presente junto do povo de São Paulo e anunciar a todos, justamente, que Deus habita esta cidade, quer bem o povo de São Paulo.




TVA: Nós tivemos uma prova disso na missa da Arquidiocese no Pacaembú?Dom Odilo: Foi uma manifestação muito bonita, na celebração de conclusão do ano centenário, no dia 8 de junho passado. Foi uma manifestação de grande fé, de grande unidade, da Igreja em São Paulo. E também de esperança, de alegria do povo que se manifestou, que esteve presente, do clero que esteve presente, dos religiosos e religiosas que também acompanharam. Momento bonito e importante na vida da Arquidiocese.




quarta-feira, 18 de junho de 2008

Crise de gasóleo afecta cidades do interior





Bissau, 18 Jun (Lusa) - A crise do gasóleo que afecta há duas semanas a capital da Guiné-Bissau já começa a ser sentida nas principais cidades do interior do país, disseram hoje à agência Lusa vários residentes daquelas localidades.


Samba Sow, jornalista da rádio Sintchã Oco (estação privada), disse à Lusa que o gasóleo "já começa a escassear" em Gabú, cidade situada a 200 quilómetros a leste de Bissau, conhecido entreposto comercial entre a Guiné-Bissau, Guiné-Conacri e Senegal.
"Nos últimos dias, nota-se um reduzido fluxo do trânsito automóvel em Gabú, fruto da crise do gasóleo", indicou Samba Sow, também presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos naquela região leste da Guiné-Bissau.
Segundo Sow, apenas uma bomba da Galp/Petromar é que tem estado a vender gasóleo em toda cidade de Gabú o que tem provocado "extensas filas" de carros, situação inusitada naquelas paragens.
No mercado paralelo, explicou Samba Sow, o gasóleo tem sido vendido, em Gabú, até 800 francos cfa por litro (1,22 euros).
Em Bafatá, segunda capital da Guiné-Bissau, Baba Camará, director desportivo do Sporting Clube local, deu o exemplo das dificuldades que sentiu no último fim-de-semana para arranjar 20 litros do gasóleo para atestar a carrinha que ia transportar os jogadores para uma partida de futebol em Bissau.
"Tivemos que pagar quase mil francos cfa (cerca de 1,5 euros) por litro para conseguir 20 litros para atestar o carro, foi um cabo dos trabalhos arranjar gasóleo", explicou.
Baba Camará disse não compreender bem o que se passa, apenas sabe que não há gasóleo em Bafatá na medida em que as duas bombas que existem na cidade "há muito que deixaram de vender".
"Tivemos que comprar a uns rapazes que fazem a revenda", do gasóleo, disse Baba Camará, frisando ser esta a alternativa que muitos estão a seguir em Bafatá e arredores.
Já em Ingoré, localidade situada no norte da Guiné-Bissau e próxima da fronteira com o Senegal, Salum Bodjan disse à Lusa que a crise do gasóleo não está a ser sentida na zona porque o abastecimento é feito a partir das bombas senegalesas.
"O Senegal é aqui ao lado, 15-20 quilómetros, vamos lá de bicicleta e compramos combustível, não há crise", afirmou Bodjan, pequeno comerciante de revenda do gasóleo em Ingoré.
"Nós não dependemos aqui muito das crises de Bissau, resolvemos os nossos problemas no Senegal", sublinhou Salum Bodjan, que disse desconhecer que a capital do país está a ser afectada por uma crise do gasóleo.
"Porque é que não vão comprar ao Senegal, como nós fazemos?", questionou o comerciante.
Quando informado de que há um braço-de-ferro entre o Governo e as empresas de venda de combustíveis que reclamam o aumento do preço de venda ao público, Salum Bodjan não teve dúvidas: "o melhor é o Governo atender às reivindicações dos colegas comerciantes". MB

sexta-feira, 13 de junho de 2008

"Papel da mulher deve ser ressaltado" - dizem bispos de Moçambique

Maputo, 12 jun (RV) - Analisando a situação do país, os bispos moçambicanos falam "da existência de numerosos sinais de esperança, como resultado de escolhas efetuadas pelos responsáveis pela gestão dos negócios públicos".

"Apoiamos e encorajamos aqueles que se empenham pela paz e trabalham para que todos os moçambicanos tenham a vida, e vida em abundância" afirmam os bispos de Moçambique numa mensagem sobre a vida social do país."Portanto, acolhemos positivamente as decisões do governo da República de Moçambique para lutar contra a pobreza, que é ainda uma realidade forte e dolorosa em nosso país. Como resultado dessas escolhas políticas, observamos a melhoria das linhas de comunicação, através da construção, a manutenção e a reabilitação de estradas e pontes, o aumento das infra-estruturas sociais, com especial atenção à expansão da rede escolar, à ampliação do ensino superior, com a criação de institutos superiores e de universidades em todas as províncias do país. O mesmo acontece com a rede de telefonia e de energia.
Finalmente, é louvável a ampliação da rede sanitária, seja por parte do Estado, seja com o apoio de parceiros, entre os quais a Igreja católica".
Os Bispos estão satisfeitos também com a promoção da auto-estima nacional, como uma importante condição para que os moçambicanos assumam a consciência de que são os primeiros agentes de desenvolvimento e responsáveis pelo seu destino e pela construção do bem comum. Entre os protagonistas desse renascimento moçambicano estão as mulheres: "constatamos que no nosso País há mulheres engajadas em muitas tarefas e frentes.
A população feminina em Moçambique deve, porém, ser proporcionalmente mais visível, principalmente pelo único e insubstituível papel das mulheres como agentes da educação para as gerações presentes e futuras e, em muitos casos, como principais responsáveis pela produção e gestão de bens e serviços domésticos a favor de toda a família".
A Conferência Episcopal expressa preocupação com os freqüentes desastres naturais que afetam o país e pede ao governo um maior esforço para preveni-los e enfrentar suas conseqüências. É também particularmente dramática a difusão da AIDS, sobretudo pelo elevado número de crianças que contraíram a doença da mãe.
Os bispos exortam o governo a fornecer assistência adequada aos doentes e iniciar a produção de medicamentos anti-retrovirais. Ao mesmo tempo, recordam a posição da Igreja para prevenir a ulterior difusão do vírus HIV: vida sexual responsável, abstinência para os não-casados, e fidelidade matrimonial. (CM)Fonte : RV

sexta-feira, 6 de junho de 2008

A carta do Papa Bento XVI




O Santo Padre agradeceu, com termos afetuosos, as felicitações do Rvdo. Pe. João S. Clá Dias, Presidente Geral dos Arautos do Evangelho
Por ocasião da comemoração do terceiro ano de pontificado e do aniversário do Papa Bento XVI, o Pe. João S. Clá Dias enviou-lhe uma carta de felicitações. O Santo Padre teve a gentileza de responder com uma afetuosa missiva, que fez chegar ao Rvdo. Pe. João Clá, através de Mons. Gabriele Caccia, Assessor da Secretaria de Estado do Vaticano.

Secretaria de EstadoPrimeira Seção — Assuntos Gerais
Vaticano, 9 de maio de 2008
Revmo. Sr.


O Sumo Pontífice Bento XVI recebeu comagrado as calorosas felicitações, enriquecidaspela oração, que V. Revma., em nome tambémdos Arautos do Evangelho e das Sociedadesde Vida Apostólica Virgo Flos Carmeli e ReginaVirginum, quis enviar-Lhe por ocasião deSeu natalício e do aniversário da eleição à Cátedrado Apóstolo Pedro.
O Santo Padre agradece-lhe de coração pelaatenciosa lembrança e pelos sentimentosde espiritual afeto e veneração que a acompanharame, fazendo votos de uma abundanteefusão dos dons do Espírito Santo para umarenovada adesão a Cristo e um sempre maisgeneroso serviço à Igreja e à nova evangelização,concede-lhe de bom grado, ao senhor e atodos os que se associaram a esse filial ato dehomenagem, a solicitada Bênção Apostólica,penhor de paz e alegria espiritual.
Aproveito a ocasião para renovar meus sentimentosde distinta consideração
Seu devotíssimo no SenhorMons. Gabriele CacciaAssessor
Revmo. Sr.Pe. João Scognamiglio Clá Dias, E.P.Presidente Geral Arautos do EvangelhoViale Vaticano, 8400165 ROMA