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terça-feira, 19 de agosto de 2008

"Minha fé me salvou"

TESTEMUNHO DE FÉ



A 2 de junho, junto ao avião que a trouxe da selva, Ingrid Betancourt rezava de joelhos um Pai-Nosso e uma Ave Maria, em companhia de outros reféns libertados. Nas mãos trazia o rosário que fizera com botões, em lugar das costumeiras contas. Esse mesmo rosário a acompanhou à França e ficou em suas mãos durante o encontro com o presidente francês Nicholas Sarkozy.Libertada de seu cativeiro com as FARC, a política colombiana acorreu ao Santuário de Lourdes, na França, e à Basílica de Sacré-Coeur, em Paris, para "dar graças a Deus".Nessa ocasião concedeu uma entrevista exclusiva, em profundidade, ao semanário católico francês, Pélerin, em que falou de sua fé, de seu encontro com a Bíblia, com Jesus e com Maria.




No site do semanário, na web (http://www.pelerin.info/, foi publicada parte da entrevista, como segue abaixo.




Ingrid Betancourt; "Minha fé me salvou"
A ex-refém mais famosa do mundo dirigiu-se à Basílica de Sacré-Coeur de Montmartre no domingo, 6 de julho, para agradecer a Jesus e á Virgem Maria sua libertação. Depois de rezar, Ingrid Betancourt concedeu uma entrevista a Pélerin para dizer como sua fé se manifestou nos momentos mais dolorosos de seu cativeiro.
Era domingo, seis de julho, á noite, por ocasião da missa das 22 horas celebrada na Basílica de Sacré- Coeur , que domina Paris, do alto de Montmartre. Ingrid tinha se proposto fazer esta peregrinação com seus familiares: os filhos Mélanie e Lorenzo, a mãe Yolanda, a irmã Astrid e alguns outros, porque queria cumprir a promessa feita durante o cativeiro: agradecer antes de tudo a Jesus e à Virgem Maria por lhe terem concedido a libertação.
Foi na capela situada atrás do coro da basílica que ela e sua família fizeram suas preces. Apesar do adiantado da hora e do cansaço, Ingrid aceitou dar declarações aos leitores de Pèlerin, durante mais de meia-hora. Ela falou da fé que a sustentou na provação, de seu amor por Jesus e por Maria, suas leituras da Bíblia e do Evangelho, que lhe deram a força para não ceder ao ódio contra seus captores.
Seu primeiro gesto como mulher livre foi o sinal da cruz, suas primeiras palavras foram para agradecer a Deus e à Virgem Maria. Por que sentiu essa necessidade?
Enquanto estava no cativeiro, tomei a resolução de que, assim que fosse libertada, agradeceria em primeiro lugar ao Senhor. Por que? Porque se não tivesse o Senhor a meu lado, não penso que conseguisse crescer na dor. Ser refém o coloca numa situação de constante humilhação. Você é vítima de completa arbitrariedade, conhece o que há de mais vil na alma humana. Diante disso, há dois caminhos: ou deixar-se enfeiar, tornar-se amargo, agressivo, vingativo, com o coração repleto de rancor; ou escolher o outro caminho, aquele que Jesus nos mostrou. Ele nos pede: "Abençoe teu inimigo". Cada vez que eu lia a Bíblia, eu sentia que essas palavras se endereçavam a mim, como se Ele estivesse a minha frente, sabendo o que devia me dizer. E aquilo ia direto ao meu coração. !
Claro que reconheço que quando o inimigo é atroz, é difícil ser-se fiel a estas palavras. Contudo, desde que comecei a fazer o exercício de pronunciar "Abençoe teu inimigo" – embora tivesse desejo de dizer o contrário – foi mágico, havia como que uma espécie de... de alívio. E o horror simplesmente desaparecia. Coisas como essa eu poderia contar por dias e dias. Eu sei, eu sinto que houve uma transformação em mim e esta transformação eu a devo a esse contato, a esta capacidade de escutar aquilo que Deus queria para mim. Foi um diálogo constante com Deus, através do Evangelho!
Esta fé que a carregou durante todos esses anos estava lá desde os primeiros dias? Houve algum acontecimento especial? Um pensamento particular a fez voltar-se para Deus?
Eu vou lhe contar uma história em dois tempos, que quase me faria rir, tão perfeitamente me recordo desses episódios. No início de meu cativeiro, disse a mim mesma: " Bem, vou passar meses e meses aqui, então vou ler a Bíblia", que eu não conhecia. Abrindo-a, caí nas epístolas de São Paulo. Eu o cito de memória, é mais ou menos assim: " Podes pedir o que quiseres, que de todo o modo o Espírito Santo pedirá melhor, porque Ele sabe melhor aquilo que necessitas". Quando li isso, gritei: "Meu Deus, está bem, mas o que eu quero eu sei, é ficar livre!" Seis anos depois, relendo essa mesma epístola, eu enfim compreendi: "Felizmente, o Espírito Santo estava lá para rezar por mim, porque sou incapaz de pedir o que é preciso".
E essa fé nunca a deixou? Não sentiu momentos de abandono, de solidão?
No primeiro ano, é verdade, fiquei lutando contra Deus. Eu me queixava terrivelmente a Ele da morte de meu pai. Eu Lhe dizia: "Por que me fizeste isso, se sabes que Te adoro? Por que me castigas? Só depois compreendi que devia agradecer a Ele por ter levado meu pai, porque ele nunca poderia suportar esses seis anos de horror. Portanto sim, posso dizer que minha fé foi constantemente aumentando.É curioso, mas é como se coisas acontecessem para que eu compreendesse outras; Preciso lhes contar minha descoberta de Maria. Papai tinha uma grande devoção pela Virgem, mas devo confessar que na época, ela não me dizia nada. Digamos que não era uma imagem de mulher que me inspirasse.
Depois, durante o cativeiro, eu reli os Evangelhos e fui tomada de admiração por ela. Sem dúvida, para compreender a Virgem, é necessário ter vivido mais, ter adquirido uma certa maturidade. E eu comecei a achar verdadeiramente sensacional esta jovem que aceitou ter um filho, embora tivesse um plano de vida totalmente diferente. E ela correu todos os riscos. Para muitos cristãos, essas são coisas bem conhecidas, mas para mim, foi uma descoberta. Descobri uma Maria forte, uma Maria inteligente, uma Maria que tinha senso de humor.
Vou confessar: como dizem os canadenses, caí de amores por Maria lendo o Evangelho de São João, quando ele conta as bodas de Caná. Acho extraordinário o diálogo entre Maria e Jesus. Esta cumplicidade entre eles é genial. Apesar de todas as razões que Jesus expõe à sua mãe, ele já sabe que ele vai fazer o que ela quer, que ele transformará a água em vinho por amor a ela. Lendo essa passagem, não pude deixar de pensar em minha relação com meu filho Lorenzo.
Você se propôs a vir, esta noite, à Basílica de Sacré-Coeur? Qual o sentido dessa peregrinação?
Durante quase sete anos, fiz muitas promessas à Virgem e vou lhe contar uma coisa de especial importância para mim. Em 1º de junho, escutando a Rádio Católica Mundial, aprendi que o mês de junho é aquele em que se celebra o Sagrado Coração de Jesus. Ora, na última vez que estive com meu pai, na véspera de minha captura, estávamos no quarto dele, sentados junto a uma imagem do Sagrado Coração. Pegando minha mão e olhando para a imagem, papai pediu: " Sagrado Coração, toma conta de meu coração, de minha filha". Assim, quando escutei falar sobre o Sagrado Coração de Jesus no rádio, imediatamente prestei atenção.
Naquele momento, eu ainda não conhecia a história de Santa Margarida-Maria – de fato, acabei de aprender o nome dela. Mas compreendi que se como ela, alguém se consagrasse ao Sagrado Coração de Jesus, receberia muitas graças. Lembro-me de uma graça em particular, aquela de Jesus prometendo tocar os corações duros que nos fazem sofrer. Então, fiz esta oração: "Meu Jesus, eu vou Te pedir algo bem concreto. Não sei o que significa exatamente, consagrar-se ao Teu Sagrado Coração. Mas se Tu me anunciares, no decorrer do mês de junho, que é o Teu mês, a data da minha libertação, eu serei toda Tua".
E no dia 27 de junho, um comandante da guerrilha entra no acampamento e nos ordena preparar nossa coisas, porque talvez um dentre nós fosse ser libertado. Quando ele disse isso, pensei: "Aí está. Chegou a hora". Minha libertação aconteceu de forma muito diferente, mas o fato é que Jesus teve palavra: eu vi um milagre.





Fonte: Pèlerin.info





Tratução : A FAMÍLIA CATÓLICA, sem aprovação do autor --Postado por . A Família Católica

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Congresso Internacional


V Congresso internacional dos Cooperadores dos Arautos do Evangelho


São Paulo, 28/07/2008 (TV Arautos).- Nos dias 25 a 27 de julho, realizou-se o V Congresso internacional dos Cooperadores dos Arautos do Evangelho, que contou com a participação delegações vindas de 23 países.
A abertura do Congresso deu-se com a Solene Coroação da Imagem do Imaculado Coração de Maria. Logo após houve a Concelebração Eucarística presidida pelo Pe. João Clá, que contou com a participação do Decano de Direito Canônico da Pontifícia Universidade São Tomás de Aquino (Angelicum), Pe. Bruno Esposito, O.P.
Os 800 participantes também tiveram a oportunidade de aprofundarem a temática dos novíssimos do homen (morte, juízo, céu, inferno). As palestras e teatros mostraram como é benéfico se acercarem de tão importante tema. Além disso, essas meditações ensinaram uma fundamental baliza de conduta: “Em todas as tuas obras, lembra-te dos teus novíssimos, e não pecarás eternamente” (Eclo. 7, 40).

segunda-feira, 23 de junho de 2008

O temor de Deus.

Vaticano, 22/6/2008 - Perante o amplo e diversificado panorama dos medos humanos, a Palavra de Deus é clara: quem teme Deus não tem medo. Foi o que afirmou Bento XVI antes da recitação da oração mariana do Angelus com os cerca de 30 mil fiéis congregados ao meio dia na Praça de São Pedro, convidando-os a refletir sobre a diferença que existe entre os medos humanos e o temor de Deus.O medo – recordou - é uma dimensão natural da vida. Desde pequenos experimentamos formas de medo que se revelam depois imaginárias e desaparecem; outras emergem sucessivamente tendo fundamento na realidade; estes devem ser enfrentados e superados com o empenho humano e com a confiança em Deus. Mas existe depois, sobretudo hoje, uma forma de medo mais profunda, de tipo existencial, que ás vezes desemboca na angústia: nasce de um sentido de vazio, ligados a uma certa cultura embebida de um difuso niilismo teórico e pratico.

O Papa recordou que o temor de Deus que as Escrituras definem como o principio da verdadeira sapiência, coincide com a fé nele, com o respeito sagrado pela sua autoridade sobre a vida e sobre o mundo. Não possuir o temor de Deus equivale – explicou Bento XVI - a colocar-se no seu lugar, sentir-se o dono do bem e do mal, da vida e da morte. Pelo contrário, quem teme a Deus adverte em si a segurança que tem a criança nos braços de sua mãe: quem teme a Deus está tranqüilo mesmo no meio das tempestades, porque Deus, como Jesus nos revelou, é Pai cheio de misericórdia e de bondade.

Quem o ama não tem medo. O crente – concluiu o Papa – não se assusta diante de nada, porque sabe que está nas mãos de Deus, sabe que o mal e o irracional não têm a ultima palavra , mas o único Senhor do mundo e da vida é Cristo, o Verbo de Deus encarnado, que nos amou ao ponto de sacrificar-se a si mesmo morrendo na cruz para a nossa salvação.-Antes das saudações nas várias línguas o Santo Padre quis recordar as vitimas do naufrágio de um ferry que transportava mais de 700 passageiros: naufrágio causado pelo tufão ”Fengshen” nas Filipinas.

O Papa disse que soube com viva emoção da noticia do naufrágio. E manifestou a sua proximidade ás populações das ilhas atravessadas pelo tufão e explicou ter rezado pelas vitimas desta tragédia, entre as quais se encontram também crianças.Bento XVI referiu-se também ao bimilenário de nascimento do Apóstolo Paulo que nos preparamos para celebrar com um especial ano jubilar. O Papa fez votos de que este grande acontecimento espiritual e pastoral possa suscitar também em nós uma renovada confiança em Jesus Cristo que nos chama a anunciar e testemunhar o seu Evangelho, sem temer nada. E dirigiu o convite a todos para que se preparem para celebrar com fé o ano Paulino que se Deus quiser inaugurará solenemente sábado próximo na Basílica de São Paulo fora de muros, com a liturgia das primeiras Vésperas da Solenidade dos Apóstolos São Pedro e São Paulo.Desde já confiamos esta grande iniciativa eclesial á intercessão de São Paulo e de Maria Santíssima, Rainha dos Apóstolos e Mãe de Cristo, fonte da nossa alegria e da nossa paz.-Bento XVI recordou depois que hoje em Beirute, a capital do Líbano é beatificado Yaaqub da Ghazir Haddad, um sacerdote da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos e fundador da Congregação das Irmãs Franciscanas da Cruz do Líbano.

Manifestando as suas felicitações ás suas filhas espirituais, o Papa fez votos de que a intercessão do beato Abuna Yaaqub, unida aquela dos Santos libaneses, obtenha para aquele amado e martirizado País, que já sofreu demasiado, progredir finalmente para uma paz estável.Bento XVI recordou ainda que neste Domingo, em Quebec, no Canadá se encerrará o 49 congresso eucarístico internacional sobre o tema “a Eucaristia dom de Deus para a vida do mundo”. Possais cada dia estar cada vez mais próximos de Cristo, realmente presente na Eucaristia, fonte e ápice da vida cristã, foram os votos formulados pelo Papa.

Rádio Vaticano


sábado, 21 de junho de 2008

Imagem do Imaculado Coração de Maria realiza, com enorme sucesso, peregrinação ao Haiti

Imagem do Imaculado Coração de Maria realiza, com enorme sucesso, peregrinação ao Haiti



A Convite das famílias católicas e com o apoio de Mons. Serge MIOT, arcebispo de Port-au-Prince, a Imagem Peregrina do Imaculado Coração de Maria visitou a cidade de Port-au-Prince, capital do Haiti.
Acompanhada por uma delegação de Arautos do Evangelho que partiram da República Dominicana, visitou várias partes da cidade atraindo centenas de fiéis que vieram venerar a Imagem Peregrina. Foram visitadas inúmeras localidades residenciais, orfanatos, escolas, capelas e casas particulares. Destacamos, entre as visitas, o acolhimento dado por Monsenhor Serge MIOT na Catedral "A Assunção de Nossa Senhora". O arcebispo haitiano durante a liturgia foi acompanhado por vários sacerdotes e deslocou-se caminhando entre todos os presentes, em crioulo, a língua nativa deste país das Caraíbas. Deu ênfase toda especial ao referir-se à presença da Imagem Peregrina e dos Arautos do Evangelho e seus Terciários. Quando se deu a solene Coroação da Imagem do Imaculado Coração de Maria, Monsenhor MIOT solicitou abertamente a proteção da Santíssima Virgem para o Haiti, um país conturbado com o flagelo da pobreza e os conflitos internos, que é o mais grave de todas as Américas.Dois das principais rádios locais ("Soleil" e "Tele Guinin") transmitiram ao vivo este marcante acontecimento para a comunidade católica local. O grupo ainda visitou as paróquias, Cristo Rei, St. Pierre e São Vicente de Paula. Por outro lado, o Bispo auxiliar Monsenhor Pierre Andre Dumas presidiu uma Eucaristia na Capela Saint Charbel, com o apoio e presença das famílias que freqüentam costumeiramente esta Igreja. Ela e é a principal do haitiano e é de origem libanesa. Durante a homilia Monsenhor Dumas falou da beleza com que Deus dotou a Criação e seu ponto culminante, a Virgem Santíssima. Em seguida traçou um paralelo com o carisma dos Arautos do Evangelho que é precisamente divulgar o Evangelho com toda beleza. Após a conclusão, todos os participantes rezaram o Santo Rosário, pedindo graças especiais para o Haiti, para que a Providencia resolva por fim aos graves problemas do país e reforce constantemente, no povo haitiano, sua fé. Os integrantes das famílias que planejaram e programaram esta visita fizeram questão de comentar: "Foi um verdadeiro milagre tornar possível uma iniciativa como esta, porque há alguns meses atrás teria sido absolutamente impossível, dadas as condições de instabilidade que passa o Haiti, porem, Maria Santíssima, Mãe que é, tudo resolveu para que não houvesse problema algum para seus filhos haitianos."

Nossa Senhora Aparecida será sempre a Padroeira do Brasil!


Você não ficaria profundamente entristecido se tirassem à Virgem Mãe Aparecida o título de Padroeira do Brasil?
É claro que sim! Nossa Senhora Aparecida está no coração de todos os brasileiros. É a Ela que recorremos nas horas de dificuldade e a Ela dirigimos nosso reconhecimento nos momentos de alegria.
Seria, mesmo, uma grande ingratidão para com a Mãe de Deus que o Brasil deixasse de tê-la como Mãe e Padroeira. Não é verdade que até nos sentiríamos órfãos? Mas é o que está a ponto de acontecer, se você não atuar com rapidez.
Um projeto de lei (n. 2623/2007), de autoria do deputado Victorio Galli, que está tramitando na Câmara de Deputados, vai retirar a Nossa Senhora Aparecida o afetuoso título de Padroeira do Brasil, do qual todos nós nos orgulhamos.


Você vai permitir que isso aconteça?


Temos de defender a Padroeira do Brasil!
É preciso enviar, quanto antes, milhões de mensagens à Câmara de Deputadospedindo que esse infeliz projeto de lei não seja aprovado, por ofender a Mãe de Deus e ferir a fundo os sentimentos religiosos dos brasileiros.
Para fazer chegar sua mensagem à Câmara dos Deputados, basta clicar abaixo, no lugar indicado , e escrever seu nome e endereço de e-mail. Será enviado, imediatamente, um e-mail ao relator do projeto, deputado Atila Lira, manifestando seu desejo de que Nossa Senhora Aparecida continue sendo a Padroeira do Brasil.
Ajude a ampliar esta iniciativa enviando esta página a todos os seus amigos e conhecidos.


sexta-feira, 20 de junho de 2008

Expansão do Apostolado do Oratório María Rainha dos Corações na diocese de Coimbra.


Expansão do Apostolado do Oratório María Rainha dos Corações na diocese de Coimbra.






Embora a sua origem seja anterior ao império romano, só em 1137 é que a vila de Penela recebeu seu primeiro foral pelas mãos de D. Afonso Henriques.Foi neste concelho medieval que, recentemente, esteve um casal de cooperadores dos Arautos do Evangelho a apresentar em todas as missas dominicais das diversas comunidades o oratório María Rainha dos Corações. Alguns paroquianos dinamizaram-se de tal modo que, tal como S. José, foram de casa em casa propondo que as demais famílias recebessem devotamente a imagem da Santíssima Virgem.Depois de uma homília sobre a importância de sermos coerentes com a nossa herança religiosa, o P. Dr. Pedro Carlos Lopes Miranda, vigário episcopal da região pastoral sul da diocese de Coimbra, benzeu nove oratórios María Rainha dos Corações, destinados a percorrer as famílias de Penela, Rabaçal, Podentes, Espinhal, Relvas e Cerejeiras.Juntamente com cada oratório entrega-se 30 livros de piedade, com os 20 mistérios do terço, orações para as diversas etapas do dia, ladainhas, exame de consciência e cânticos em louvor de Nossa Senhora.

Arquidiocese Bispo Auxiliar de São Paulo fala sobre as celebrações do Centenário da Arquidiocese

Notícias » Arquidiocese Bispo Auxiliar de São Paulo fala sobre as celebrações do Centenário da Arquidiocese - 16/06/2008 - 10:06

São Paulo, 11 de junho de 2008.Fiz parte da organização das celebrações do Centenário da Arquidiocese. Sou testemunha do esforço e da participação de tanta gente e, por isso, gostaria de tecer algumas considerações e esclarecimentos a partir do artigo escrito pelos senhores(*): Militarização da Fé. Os senhores afirmam que “com pompa e incenso, o santo – tendo a espada do seu martírio na mão – foi entronizado como patrono da Arquidiocese”. Eu usaria, em vez de “pompa”, o termo “solenidade” ou “dignidade”, próprias à liturgia. Lembro também que naquela imagem, o apóstolo não traz uma espada na mão, mas um pergaminho onde está escrita a frase: ‘Senhor, que devo fazer’?Os senhores afirmam que “a Igreja na metrópole é constituída por múltiplas comunidades, pastorais, organismos, movimentos, grupos, etc. Contudo, isso praticamente não foi considerado”. Isso foi considerado sim senhores; e muito. O evento foi amplamente divulgado, com insistência na participação de todos. Porém, os arautos responderam mais que outros grupos, levando milhares de pessoas. Por que outros (Comunidades, Ceb’s, paróquias, setores, padres, outros movimentos, pastorais sociais, etc...) não fizeram a mesma coisa? Não seria bonito terem levado igualmente milhares de pessoas, com camisetas iguais, por exemplo? Contudo, grupos de pastorais, movimentos, comunidades, paróquias, escolas, setor juventude, congregações, universidades, seminários, etc... foram chamados e tiveram participação no altar, no campo, nas arquibancadas, nos bastidores (sacristias) e fora do campo. Inclusive o grupo de Fé e Política pôde passar, do lado de fora, o abaixo-assinado relativo ao projeto de Lei complementar à Lei 9840 contra a corrupção eleitoral. E contaram também com a participação e ajuda dos Arautos ... Estou, no momento, em Brasília, na CNBB, e aproveito para dizer que, com a Comissão Justiça e Paz e todo o Movimento de Combate à Corrupção eleitoral, queremos levar adiante esta coleta de assinaturas. Penso que os senhores e seus grupos já estão ajudando a recolher. Envio também a nota que a CNBB elaborou sobre a Reforma Tributária, cuja proposta de emenda constitucional está tramitando.Fraternalmente, Dom Pedro Luiz StringhiniBispo auxiliar de São PauloRegião Episcopal Belém (*)Sr. Dirceu BenincáSr. Jaime Carlos Patias



Fonte: Dom Pedro Luiz Stringhini - Bispo Auxiliar de São Paulo Local:São Paulo (SP)

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Livro de Bento XVI, Jesus de Nazaré, supera os 2,5 milhões exemplares vendidos.




VATICANO: 13/06/2008


Livro de Bento XVI, Jesus de Nazaré, supera os 2,5 milhões exemplares vendidos


A agência ANI informou que o livro do Papa Bento XVI, Jesus de Nazaré, já superou os 2,5 milhões de exemplares vendidos em pouco mais de um ano. Por esta razão, a editorial católica maior da Europa, Herder, decidiu voltar a imprimir uma série de textos do Santo Padre. Conforme a mencionada agência, toda a obra do então Cardeal Joseph Ratzinger se publicará em 13 volumes. O primeiro estará nas livrarias para fim de ano.
Segundo ANI, a popularidade do Papa também aumentou que as vendas de suas encíclicas:

- "Deus caritas est" e "Spe Salvi".

Além disso, existe uma crescente demanda pelos trabalhos produzidos pelo então Cardeal Joseph Ratzinger. A edição britânica do livro será publicada pelos mesmos publicitários de Harry Potter.